Antioxidant and antimicrobial capacity of aqueous extract of kale and potential supplementation in fermented dairy beverage

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Tipo

Artigo de periódico

Título alternativo

Capacidade antioxidante e antimicrobiana do extrato aquoso de couve e potencial suplementação em bebida láctea fermentada

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Resumo

The objective of this work was to evaluate the antioxidant and antimicrobial capacity of Kale leaves, as well as to quantify the levels of phenolic compounds and flavonoids present in its aqueous extract, and the viability when added to a fermented milk drink. The leaves were subjected to four treatments: fresh crushed in a blender, fresh sprayed with liquid nitrogen, dried in an oven at 45°C for 72 hours and frozen. Antioxidant activity, concentration of total phenolic compounds, flavonoids and antimicrobial activity were determined. To prepare the dairy drink, the amounts of 5%, 10% and 15% of the dry extract of Kale leaves were added, as well as 15% of the dry extract with sorbate and the control treatment. Furthermore, it determined the antioxidant activity and the number of lactic acid bacteria in the drink. The dried and frozen leaves showed better antioxidant activity and, when compared to fresh powdered leaves, they did not differ in phenolic compounds, presenting the best contents. Fresh powdered leaves showed the highest flavonoidyield. The aqueous extracts of kale leaves did not show antibacterial activity against the studied microorganisms. The abstract did not show antioxidant capacity contents of total phenolic compounds and flavonoids in kale subjected to different treatments.

Abstract

O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade antioxidante e antimicrobiana de folhas de couve, bem como quantificar os teores de compostos fenólicos e flavonóides presentes em seu extrato aquoso e a viabilidade quando adicionado em bebida láctea fermentada. As folhas foram submetidas a quatro tratamentos: frescas trituradas no liquidificador, frescas pulverizadas com nitrogênio líquido, secas em estufa a 45°C por 72 horas e congeladas. Determinou-se a atividade antioxidante, concentração de compostos fenólicos totais, flavonóides e atividade antimicrobiana. Para preparo da bebida láctea foram adicionadas as quantidades de 5%, 10% e 15% do extrato seco de folhas de couve, bem como 15% do extrato seco com sorbato e o tratamento controle. Além disso, determinou a atividade antioxidante e o número de bactérias lácticas na bebida. As folhas secas e congeladas apresentaram melhor atividade antioxidante e, quando comparadas às folhas frescas em pó, não diferiram em compostos fenólicos, apresentando os melhores teores. Folhas frescas em pó apresentaram maior rendimento de flavonóides. Os extratos aquosos de folhas de couve não apresentaram atividade antibacteriana contra os microrganismos estudados. O resumo não apresentou capacidade antioxidante, teores de compostos fenólicos totais e flavonóides da couve submetida aos diferentes tratamentos.

Assunto

Couve, Antioxidantes, Agentes antiinfecciosos, Flavonóides, Fenóis

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https://www.scientiaplena.org.br/sp/article/view/6197

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