Aged-associated cytomegalovirus and Epstein-Barr virus reactivation and cytomegalovirus relationship with the frailty syndrome in older women
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Reativação do citomegalovírus e do vírus Epstein-Barr associados ao envelhecimento e relação do citomegalovírus com a síndrome da fragilidade em mulheres idosas
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Resumo
A imunossenescência é uma redução da atividade do sistema imunológico relacionada à idade, que pode estar associada à fragilidade. Este estudo teve como objetivo comparar as reativações do citomegalovírus (CMV) e do vírus Epstein-Barr (EBV) (com base na viremia) entre mulheres jovens e idosas com infecção crônica por CMV e/ou EBV (ou seja, soropositividade IgG + ) sem infecção aguda (ou seja, soropositividade IgM− ) , e entre o grupo de idosas categorizado de acordo com o estado de fragilidade. O DNA foi extraído do plasma utilizando protocolos padrão e a soropositividade foi determinada por ensaio imunoenzimático (ELISA). Análises quantitativas de reação em cadeia da polimerase em tempo real (qPCR) para CMV e EBV foram realizadas e as cargas virais foram determinadas. Entre as mulheres idosas ( n = 71), 59% apresentaram positividade para CMV, em contraste com apenas 8% das mulheres jovens ( n = 73). Mulheres idosas classificadas como frágeis, pré-frágeis e não frágeis apresentaram positividade para CMV em 82%, 56% e 48% dos casos, respectivamente. A frequência e a carga viral foram significativamente maiores no grupo de idosas em comparação com o grupo de jovens ( p < 0,0001 e p = 0,01, respectivamente) e em idosas com fragilidade em comparação com aquelas sem fragilidade ( p = 0,007 e p = 0,03, respectivamente). A frequência de reativação do CMV apresentou odds ratio de 11,77 para o envelhecimento e 6,13 para a fragilidade, e riscos relativos de 5,39 para o envelhecimento e 1,93 para a fragilidade. O EBV foi detectado em 30% das mulheres idosas e 15% das mulheres jovens ( p = 0,04); entretanto, a carga viral não diferiu significativamente entre os dois grupos etários. A frequência de reativação do EBV apresentou razões de chances de 2,36 para envelhecimento e 2,90 para fragilidade, e riscos relativos de 1,96 para envelhecimento e 2,12 para fragilidade. No entanto, não foi encontrada diferença na carga viral do EBV entre os subgrupos de acordo com o estado de fragilidade. Em conclusão, a frequência de reativação do CMV foi associada ao envelhecimento e à fragilidade contínua, enquanto a frequência de reativação do EBV foi associada apenas ao envelhecimento.
Abstract
Immunosenescence is an age-related reduction of immune system activity that can be associated with frailty. This study aimed to compare cytomegalovirus (CMV) and Epstein–Barr virus (EBV) reactivations (based on viremias) between young and elderly women who had a chronic CMV and/or EBV infection (i.e., an IgG+ serostatus) without an acute infection (i.e., an IgM− serostatus), and among the elderly group categorized according to frailty status. DNA was extracted from plasma using standard protocols and serostatus was determined by enzyme-linked immunosorbent assay. Quantitative real-time polymerase chain reaction analyses for CMV and EBV were carried out and viral loads were determined. Among elderly women (n = 71), 59% were positive for CMV, in contrast to only 8% of young women (n = 73). Elderly women classified as frail, pre-frail, and non-frail presented 82%, 56%, and 48% positivity for CMV, respectively. Frequency and viral load were significantly higher in the elderly group vs. the young group (p < 0.0001 and p = 0.01, respectively) and in elderly with frailty vs. those without frailty (p = 0.007 and p = 0.03, respectively). The frequency of CMV reactivation presented odds ratios of 11.77 for aging and 6.13 for frailty, and relative risks of 5.39 for aging and 1.93 for frailty. EBV was detected in 30% of the elderly women and 15% of the young women (p = 0.04); however, the viral load did not significantly differ between the two age groups. The frequency of EBV reactivation presented odds ratios of 2.36 for aging and 2.90 for frailty, and relative risks of 1.96 for aging and 2.12 for frailty. However, no difference in EBV viral load among the frailty status subgroups was found. In conclusion, the frequency of CMV reactivation was associated with aging and ongoing frailty, whereas the frequency of EBV reactivation was associated only with aging.
Assunto
Imunossenescência, Envelhecimento, Infecções por citomegalovirus, Infecções por vírus epstein-barr
Palavras-chave
Frailty, Elderly, Viral replication, Aging, Epstein-barr virus, Viral load, Human cytomegalovirus, DNA extraction
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https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0180841