Teste de exercício cardiopulmonar em crianças e adolescentes com asma grave refratária

dc.creatorRita de Cassia Faleiro
dc.date.accessioned2023-01-31T14:58:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:42:28Z
dc.date.available2023-01-31T14:58:15Z
dc.date.issued2020-04-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49289
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectAsma
dc.subjectAsma Induzida por Exercício
dc.subjectTeste de Exercício
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subject.otherAsma grave
dc.subject.otherAsma induzida pelo exercício
dc.subject.otherTeste de exercício
dc.subject.otherTeste de exercício cardiopulmonar
dc.subject.otherCapacidade Aeróbica
dc.subject.otherCriança e adolescente
dc.titleTeste de exercício cardiopulmonar em crianças e adolescentes com asma grave refratária
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Eliane Viana Mancuzo
local.contributor.advisor-co1http://lattes.cnpq.br/2542612194997230
local.contributor.advisor1Laura Maria de Lima Belizario Facury Lasmar
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5851444147973628
local.contributor.referee1Alvaro Augusto Souza da Cruz Filho
local.contributor.referee1Danielle Aparecida Gomes Pereira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4310882202518031
local.description.resumoObjetivo: Avaliar as causas da limitação ao exercício físico na asma grave refratária (AGR). Métodos: Crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, com asma grave refratária (doses maiores ou iguais a 800 mg de budesonida, taxa de adesão superior a 80% e técnica inalatória corretas), mantendo se parcialmente controladas, apenas pela limitação ao exercício físico, foram pareadas a controles sadios por sexo, faixa etária, peso, e submetidas ao teste de exercício cardiopulmonar (TECP). Os possíveis diagnósticos do TECP foram: limitação cardíaca, ventilatória, descondicionamento e BIE. A espirometria foi realizada antes e após o exercício e BIE considerado quando queda maior ou igual a 10% Resultados: foram incluídos no estudo 20 indivíduos no grupo-asma e 19 no grupo-controle. Nos asmáticos, em 25% foi encontrado BIE isolado, em 40% BIE em associação com descondicionamento, em 20% apenas descondiconamento físico e em 15% a queixa dos sintomas ao exercício relatadas pelos pacientes não tem justificativa fisiológica com base no TECP. No grupo controle foi encontrado 42% de descondicionamento físico. Conclusão: O descondicionamento isolado ou associado ao BIE é um fator que deve ser considerado na avaliação de pacientes com AGR. O significativo percentual de crianças sadias descondicionadas encontrado é um grave problema, merecendo políticas de saúde pública referentes à prática efetiva de exercício em crianças e adolescentes sadios.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Saúde da Criança e do Adolescente

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