“Puta não tem protocolo!”: reflexões sobre resistências das prostitutas de Belo Horizonte às intervenções urbanas
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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“Whore has no protocol!”: reflections on resistances of prostitutes from Belo Horizonteto urban interventions
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Resumo
Este texto apresenta reflexões sobre as estratégias de resistência do movimento de prostitutas de Belo Horizonte na luta pelo direito à cidade. Propomos colocar em questão as ferramentas metodológicas e teóricas de modo a tornar visíveis as resistências que não se constroem somente nos espaços institucionalizados de participação cidadã nas políticas de planejamento urbano, mas se constroem de modo inventivo e disperso na cidade. Por meio da inspiração etnográfica, analisamos as estratégias de resistências realizadas pela Associação de Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), relacionadas ao contexto socioespacial diante das intervenções do planejamento urbano nos territórios de prostituição entre 2011 e 2018.
Abstract
This paper presents reflections on the resistance strategies of the sex workers’s movement in Belo Horizonte for city rights. Our purpose is put in question the methodological and theoretical tools to make visible the resistances that do not build themselves in institutionalized spaces of citizen participation in politics of urban planning. But organized in a creative way and spread through the city. Inspired by ethnographic methods, it was analized the resistance strategies made by the Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), related to the social space context, in front of the interventions of the urban planning in the territories of prostitution between 2011 and 2018.
Assunto
Prostituição, Sociologia Urbana, Resistência
Palavras-chave
Prostituição, Cidades, Sociologia Urbana, Resistência, Putafeminismo
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https://www.revistas.udesc.br/index.php/percursos/article/view/1984724619402018160