“Puta não tem protocolo!”: reflexões sobre resistências das prostitutas de Belo Horizonte às intervenções urbanas

dc.creatorKarina Dias Géa
dc.creatorLisandra Espindula Moreira
dc.creatorLetícia Cardoso Barreto
dc.date.accessioned2023-06-05T20:45:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:27Z
dc.date.available2023-06-05T20:45:52Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThis paper presents reflections on the resistance strategies of the sex workers’s movement in Belo Horizonte for city rights. Our purpose is put in question the methodological and theoretical tools to make visible the resistances that do not build themselves in institutionalized spaces of citizen participation in politics of urban planning. But organized in a creative way and spread through the city. Inspired by ethnographic methods, it was analized the resistance strategies made by the Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), related to the social space context, in front of the interventions of the urban planning in the territories of prostitution between 2011 and 2018.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5965/1984724619402018160
dc.identifier.issn1984-7246
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54546
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista PerCursos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProstituição
dc.subjectSociologia Urbana
dc.subjectResistência
dc.subject.otherProstituição
dc.subject.otherCidades
dc.subject.otherSociologia Urbana
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherPutafeminismo
dc.title“Puta não tem protocolo!”: reflexões sobre resistências das prostitutas de Belo Horizonte às intervenções urbanas
dc.title.alternative“Whore has no protocol!”: reflections on resistances of prostitutes from Belo Horizonteto urban interventions
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage185
local.citation.issue40
local.citation.spage160
local.citation.volume19
local.description.resumoEste texto apresenta reflexões sobre as estratégias de resistência do movimento de prostitutas de Belo Horizonte na luta pelo direito à cidade. Propomos colocar em questão as ferramentas metodológicas e teóricas de modo a tornar visíveis as resistências que não se constroem somente nos espaços institucionalizados de participação cidadã nas políticas de planejamento urbano, mas se constroem de modo inventivo e disperso na cidade. Por meio da inspiração etnográfica, analisamos as estratégias de resistências realizadas pela Associação de Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), relacionadas ao contexto socioespacial diante das intervenções do planejamento urbano nos territórios de prostituição entre 2011 e 2018.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-9131-2023
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-9356-3416
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-4119-1961
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.udesc.br/index.php/percursos/article/view/1984724619402018160

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