O próprio e o comum rastros da interculturalidade na escrita de Fílon de Alexandria: rastros da interculturalidade na escrita de Fílon de Alexandria

dc.creatorCesar Motta Rios
dc.date.accessioned2019-08-14T13:53:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:18Z
dc.date.available2019-08-14T13:53:04Z
dc.date.issued2013-02-27
dc.description.abstractThis dissertation establishes a reflection about the ways in which the interculturality produced leads in the work of Philo of Alexandria, Greek speaker Jewish exegete who lived in the first half of I C.E.. The notions of own and common are considered specially relevant to this study, as they are brought to the text in the intercultural negotiation which Philo develops in his writing. At first, I establish initial reflections on Philo's thought, developed in dialogue with selected passages from the Hebrew Bible, about three different subjects. Chapter 1 deals with the question of alterity in face of the Egyptians. Chapter 2 is about the difference betweenDiaspora and Exile, and the Philo's perspective on the idea of a return of the Jews to Judea. In chapter 3, I study the idea of the conversion of non-Jewish people to Judaism. In the second part of this dissertation, two big chapters approach different kinds of intercultural trails foundin occurrences of the intertextuality in Philo's text. Chapter 4 studies quotations and other more subtle references to Greek authors in a number of Philo's treatises. In chapter 5, I analyze the appropriation of characteristics of a literary and spectacular genre proper of the Greeks, the tragedy (then, I propose the notion of trajic, in order to explain this phenomenon originated from the Jewish appropriation of the tragic). The hypothesis which goes through all this dissertation is that in the diverse appropriations which Philo makes from the Greek cultural heritage, there is no unthinking submission to Hellenic culture, but an attentive negotiation which recognizes as necessary the configuration of limits of the own and, simultaneously, the recognizing of common elements.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-95CJ8R
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlteridade
dc.subjectTragédia
dc.subjectJudeus Diáspora
dc.subjectInterculturalidade
dc.subjectConvertidos ao judaísmo
dc.subjectBiblia AT
dc.subjectFilosofia judaica
dc.subjectJudaísmo História Período pós-exilio, 586 AC-210 DC
dc.subjectFilon, de Alexandria Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherFílon de Alexandria
dc.subject.otherInterculturalidade
dc.subject.otherBíblia hebraica
dc.subject.otherJudaísmo Helenístico
dc.titleO próprio e o comum rastros da interculturalidade na escrita de Fílon de Alexandria: rastros da interculturalidade na escrita de Fílon de Alexandria
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Jacyntho Jose Lins Brandao
local.contributor.referee1Tereza Virginia R Barbosa
local.contributor.referee1Pedro Ipiranga Júnior
local.contributor.referee1Jaldemir Vitório
local.contributor.referee1José Pablo Martín
local.description.resumoEsta tese estabelece uma reflexão a respeito de maneiras como a interculturalidade deixa rastros na obra de Fílon de Alexandria, exegeta judeu de língua grega que viveu na primeira metade do século I d.C.. São consideradas como especialmente relevantes para a reflexão as noções de próprio e comum, entendidas como elementos trazidos ao texto na negociação intercultural que se desenvolve na escrita de Fílon. Primeiro, estabeleço reflexões iniciais sobre o pensamento de Fílon, desenvolvidas em diálogo com trechos da Bíblia hebraica, a respeito de três temas selecionados: alteridade com relação aos egípcios (capítulo 1); diáspora, exílio e a relação de Fílon com a ideia de um retorno à Judeia (capítulo 2); e a conversão de não-judeus ao judaísmo (capítulo 3). Na segunda parte da tese, apresento dois grandes capítulos que abordam diferentes tipos de rastros interculturais encontrados em manifestações da intertextualidade no texto de Fílon. No capítulo 4, estudo citações e outras referências mais sutis a textos gregos. No quinto, abordo a apropriação de características de um gênero literário propriamente grego, a tragédia, e proponho a noção de trájico, no intuito de explicar o fenômeno originado a partir da apropriação judaica do trágico. A hipótese que permeia toda a tese é de que, nas diversas apropriações que Fílon faz do legado cultural grego, não há submissão impensada à cultura helênica, mas uma atenta negociação que reconhece como necessária a configuração de limites do próprio e, simultaneamente, o reconhecimento de elementos comuns.
local.publisher.initialsUFMG

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