Ocupação e empregabilidade de pessoas com deficiência: estudo exploratório com egressos do ensino superior

dc.creatorAna Paula Scarlatelli
dc.date.accessioned2026-02-06T13:36:16Z
dc.date.issued2025-11-10
dc.description.abstractThe labor market inclusion of people with disabilities remains limited by barriers of prejudice, discrimination, and social inequality. In the pursuit of better conditions and opportunities, whether in terms of salary or professional advancement, completing a higher education course is a fundamental element in the transition to the professional market. With the aim of identifying professional integration following graduation, this study analyzed, among graduates of Brazilian higher education institutions, both public and private, in-person and distance learning, the contribution of their academic trajectory to their entry into the job market. This was a descriptive-exploratory, observational study conducted using an electronic questionnaire administered via Google Forms to graduates with disabilities who completed their undergraduate studies by July 2024. The sample consisted of 75 participants, with a mean age of 35.05 years, predominantly graduates with physical disabilities (28.0%), from public institutions (81.0%), female (57.3%), white (52.0%), and from the Southeast region (42.7%). Data analysis revealed that 54.7% of participants had entered the job market, with 15 graduates entering the workforce for the first time after graduation. The study also identified changes in employment status among those who were already working and remained employed after graduation, coherence between education and occupation in 42.7% of cases, and a significant increase in monthly income. The results suggest that higher education is arelevant factor for the integration of people with disabilities into the job market. However, while crucial, it does not guarantee full inclusion, and it is necessary to strengthen public policies, raise awareness among companies, and educate society to ensure equitable and lasting opportunities.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1600
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectTrabalho
dc.subjectEnsino superior
dc.subjectPessoas com deficiência
dc.subject.otherPessoas com deficiência
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherQualificação
dc.subject.otherEnsino Superior
dc.titleOcupação e empregabilidade de pessoas com deficiência: estudo exploratório com egressos do ensino superior
dc.title.alternativeOccupation and employability of people with disabilities: an exploratory study with higher education graduates
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Adriana Maria Valladão Novais Van Petten
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0775128877656209
local.contributor.referee1Regina Celi Fonseca Ribeiro
local.contributor.referee1Tania Lucia Hirochi
local.contributor.referee1Ana Karina Pessoa da Silva Cabral
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7137073631150583
local.description.embargo2027-11-10
local.description.resumoA inserção laboral das pessoas com deficiência permanece limitada por barreiras de preconceito, discriminação e desigualdade social. Na busca por melhores condições e oportunidades, seja em termos salariais ou de ascensão profissional, a realização de um curso superior apresenta-se como um elemento fundamental na transição para o mercado profissional. Com o objetivo de identificar a inserção profissional a partir da realização da graduação, este estudo analisou, junto a egressos de instituições de ensino superior brasileiras, públicas ou privadas, de modalidade presencial ou distância, a contribuição da trajetória acadêmica para a inserção no mercado de trabalho. Tratou-se de uma pesquisa descritiva exploratória, de caráter observacional, realizada por meio de questionário eletrônico aplicado via Google Forms a egressos com deficiência que concluíram a graduação até julho de 2024. Aamostra foi composta por 75 participantes, com idade média de 35,05 anos, predominância de egressos com deficiência física (28,0%), provenientes de instituições públicas (81,0%), do sexo feminino (57,3%), da raça branca (52,0%) e da região sudeste (42,7%). A análise dos dados revelou uma inserção laboral de 54,7% dos participantes, sendo que 15 egressos ingressaram pela primeira vez no mercado de trabalho após a graduação. Identificou-se, ainda, alteração nos vínculos empregatícios entre aqueles que já trabalhavam e permaneceram empregados após a conclusão do curso, coerência entre formação e ocupação em 42,7% dos casos e aumento significativo no rendimento mensal. Os resultados sugerem que a graduação é um fator relevante para a inserção no mercado de trabalho das pessoas com deficiência. Entretanto, embora seja determinante, não garante inclusão plena, sendo necessário o fortalecimento de políticas públicas, a sensibilização das empresas e a conscientização da sociedade para assegurar oportunidades equitativas e duradouras.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0005-9741-6057
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos da Ocupação
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL

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