Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica em crianças e adolescentes
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Resumo
A obesidade infantil é uma epidemia mundial. Antigamente, era tida como sinal
de prosperidade e riqueza entretanto, hoje é sinal de doença, que necessita de
tratamento.
São várias as comorbidades associadas a obesidade, destacando-se a doença
hepática gordurosa não alcoólica, um termo abrangente que envolve desde a
esteatose hepatocelular simples até quadros mais avançados de esteato-hepatite,
fibrose e cirrose hepática. Atualmente, é a segunda maior causa de transplante
hepático nos Estados Unidos, com potencial de se tornar a primeira nas próximas
décadas.
Associado a este panorama, ainda existe o desafio do diagnóstico, uma vez
que os critérios clínicos e laboratoriais ainda são controversos. A biópsia é o padrão
ouro, entretanto é um procedimento invasivo e sujeito a riscos. Por isso, ainda se
utiliza frequentemente a ultrassonografia e dosagem de enzimas hepáticas para
triagem e avaliação apesar de suas limitacões.
O tratamento de DHGNA deve obrigatoriamente envolver a abordagem da
obesidade. Por isto, os pilares do tratamento envolvem necessariamente a mudança
do estilo de vida e dos hábitos alimentares. Apesar deinúmeros estudos que abordam
essa condição, até o momento não se definiu a melhor estratégia de associação da
tríade do tratamentopara os pacientes pediátricos: atividade física, dieta e
medicamentos. A equipe multidisciplinar deve, junto com o paciente e a família,
construir uma rotina de hábitos alimentares e atividades físicas adequadas para cada
criança.
Abstract
Assunto
Hepatopatia Gordurosa não Alcoólica, Fígado Gorduroso, Criança, Adolescente
Palavras-chave
Doença hepática gordurosa não alcoólica, Esteatose hepática, Esteato-hepatite, Criança, Adolescente