Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica em crianças e adolescentes
| dc.creator | Sérgio Henrique Viegas Ladeira | |
| dc.date.accessioned | 2023-03-01T11:45:32Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:46:14Z | |
| dc.date.available | 2023-03-01T11:45:32Z | |
| dc.date.issued | 2018-12-19 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/50543 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Hepatopatia Gordurosa não Alcoólica | |
| dc.subject | Fígado Gorduroso | |
| dc.subject | Criança | |
| dc.subject | Adolescente | |
| dc.subject.other | Doença hepática gordurosa não alcoólica | |
| dc.subject.other | Esteatose hepática | |
| dc.subject.other | Esteato-hepatite | |
| dc.subject.other | Criança | |
| dc.subject.other | Adolescente | |
| dc.title | Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica em crianças e adolescentes | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Eleonora Druve Tavares Fagundes | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1704324812939966 | |
| local.description.resumo | A obesidade infantil é uma epidemia mundial. Antigamente, era tida como sinal de prosperidade e riqueza entretanto, hoje é sinal de doença, que necessita de tratamento. São várias as comorbidades associadas a obesidade, destacando-se a doença hepática gordurosa não alcoólica, um termo abrangente que envolve desde a esteatose hepatocelular simples até quadros mais avançados de esteato-hepatite, fibrose e cirrose hepática. Atualmente, é a segunda maior causa de transplante hepático nos Estados Unidos, com potencial de se tornar a primeira nas próximas décadas. Associado a este panorama, ainda existe o desafio do diagnóstico, uma vez que os critérios clínicos e laboratoriais ainda são controversos. A biópsia é o padrão ouro, entretanto é um procedimento invasivo e sujeito a riscos. Por isso, ainda se utiliza frequentemente a ultrassonografia e dosagem de enzimas hepáticas para triagem e avaliação apesar de suas limitacões. O tratamento de DHGNA deve obrigatoriamente envolver a abordagem da obesidade. Por isto, os pilares do tratamento envolvem necessariamente a mudança do estilo de vida e dos hábitos alimentares. Apesar deinúmeros estudos que abordam essa condição, até o momento não se definiu a melhor estratégia de associação da tríade do tratamentopara os pacientes pediátricos: atividade física, dieta e medicamentos. A equipe multidisciplinar deve, junto com o paciente e a família, construir uma rotina de hábitos alimentares e atividades físicas adequadas para cada criança. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Gastroenterologia Pediátrica |