Estrutura de capital e teorias do trade-off e pecking order: uma análise das empresas componentes do índice IBRX-100

dc.creatorDébora Santos
dc.creatorJoice Garcia de Oliveira
dc.creatorBruna Camargos Avelino
dc.date.accessioned2024-01-15T14:25:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:02Z
dc.date.available2024-01-15T14:25:30Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62769
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso UFSC de Controladoria e Finanças
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstrutura de capital
dc.subjectFinanças
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherEstrutura de Capital
dc.subject.otherTrade-Off Theory
dc.subject.otherPecking Order Theory
dc.titleEstrutura de capital e teorias do trade-off e pecking order: uma análise das empresas componentes do índice IBRX-100
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage17
local.citation.issue8
local.citation.spage1
local.description.resumoEste estudo objetivou analisar os determinantes da estrutura de capital das companhias abertas participantes da carteira do Índice Brasil 100 (IBrX-100) no período de 2010 a 2016 à luz das teorias Trade-Off e Pecking Order. Foram analisadas as variáveis rentabilidade, risco do negócio, tamanho, crescimento da empresa e tangibilidade dos ativos, cujas relações na estrutura de capital das organizações já foram constatadas em pesquisas anteriores. O método estatístico empregado após terem sidos efetuados todos os testes necessários foi o modelo de dados em painel com efeitos aleatórios. Os resultados evidenciaram que apenas as variáveis rentabilidade, tamanho e crescimento apresentaram coeficientes estatisticamente significativos. A rentabilidade e o crescimento apresentaram uma relação negativa com o endividamento, sendo resultados esperados pela Pecking Order Theory e pela Trade-Off Theory, respectivamente. Essas evidencias indicam que empresas mais rentáveis e com maiores oportunidades de crescimento, antes de captarem recursos com terceiros, utilizam seus próprios recursos, portanto, tendem a ser menos endividadas. A variável tamanho teve uma relação positiva com o endividamento, estando em linha com as teorias Pecking Order Theory e Trade- Off Theory; indicando que empresas maiores, por terem mais facilidade em obter recursos financeiros, apresentam maiores níveis de endividamento. As variáveis risco do negócio e tangibilidade não foram estatisticamente significativas, nesse sentido, não foi possível realizar nenhuma inferência a respeito das mesmas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://sistemas.ccn.ufsc.br/8congresso/itensmenus/view/126

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