Marcas do passado e trajetórias oblíquas no Museu da Cidade
| dc.creator | Lucinei Pereira da Silva | |
| dc.creator | Lana Mara de Castro Siman | |
| dc.creator | Araci Rodrigues Coelho | |
| dc.date.accessioned | 2023-04-10T22:44:07Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:17:24Z | |
| dc.date.available | 2023-04-10T22:44:07Z | |
| dc.date.issued | 2017-09 | |
| dc.identifier.isbn | 9788589943260 | |
| dc.identifier.sici | 1 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/51769 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Encontro Nacional de Pesquisadores do Ensino de História | |
| dc.rights | Acesso Restrito | |
| dc.subject | Museus | |
| dc.subject | História local | |
| dc.subject | Memória coletiva | |
| dc.subject.other | Educação | |
| dc.subject.other | Passado | |
| dc.subject.other | Trajetórias | |
| dc.title | Marcas do passado e trajetórias oblíquas no Museu da Cidade | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 314 | |
| local.citation.issue | 11 | |
| local.citation.spage | 305 | |
| local.description.resumo | Iniciamos nossa discussão, embalados pelo “som” e fruição poética de Cazuza, que nos instiga a compreender o museu como espaço (re) siginificador de identidades entremeadas de saberes simbólicos, energia e fluidez. Nesse lugar de grandes novidades, de lapsos e de apagamentos de rastros,são provocados deslocamentos temporais, apropriações e usufrutos.Trata-se em pensar o espaço museal como local de memórias compartilhadas por uns e em conflito por outros, e nessa tensão revelam silenciamentos de memórias que não sejam hegemônica. No caso da constituição de museus de cidade, que narram a história do município não é raro encontrar aqueles que negam a heterogeneidade das práticas histórico sociais, excluindo aqueles que a história encarregou de excluir, de modo a correr o risco das representações do futuro (ou o presente) repetir o passado. Portanto, as reflexões apresentadas neste texto traduzem nosso esforço em compreender de que forma as disputas identitárias ocorridas na cidade de Governador Valadares/MG ao longo de sua história, comparecem na exposição encenada pelo Museu da Cidade. Perguntamos mais especificamente com quais silenciamentos e abusos de memória o museu narra a história local? Qual história narra o museu, de quais sujeitos e grupos sociais? Quem são os sujeitos e grupos invisibilizados na história narrada pelo museu? Inegavelmente, é importante pensar o museu como a instituição de memória das sociedades que assume sua função de criar pontes com o passado, o presente e o futuro. Na verdade, o museu é um território não só de guarda ou preservação da memória, mas também de sua construção social, muitas vezes utilizada como instrumento de luta e afirmação de identidades étnicas e culturais. Dessa forma,ressaltamos a importância da prática social e educativa em museus, com o intuito de promover a compreensão da história pelos sujeitos e promover vínculos de pertencimentos entre os grupos sociais e a localidade em que vivem, gerando possibilidade de engajamentos em práticas cidadãs na e pela localidade. Em outras palavras, o museu pode ser considerado um lugar para se viver uma experiência sensível e problematizadora produzindo significados através de seus objetos, exposições e propostas educativas, diferentes das empreendidas pela escola. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-5427-8134 | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-8061-9924 | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0003-0257-5492 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | CP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://xienpeh.ufrj.br/wp-content/uploads/anais_xi_enpeh_final.pdf |
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