O papel informacional dos serviços secretos

dc.creatorVladimir de Paula Brito
dc.date.accessioned2019-08-11T23:27:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:16Z
dc.date.available2019-08-11T23:27:26Z
dc.date.issued2011-03-18
dc.description.abstractThis research studies the use of intelligence information to support the quest for hegemony of power in international relations. It starts with the premise that the hard power and soft power, now find themselves under the hegemony of one power, the United States. This power and a unique military, political and economic power, also possess an unprecedented informational apparatus, the latter being a prerequisite for maintaining their status quo. To maintain this informational primacy, the U.S. would rely on their intelligence or intelligence that would support both the exercise of coercive power and symbolic power. From this huge informational advantage in all spheres, the U.S. would be formed, possibly as the more sophisticated informational state of the planet from the perspective of power relations towards other global players. This superiority in the field of information is the bedrock foundations of the current American hegemony-unchallenged.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECIC-8H2J2B
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectServiço de inteligencia
dc.subjectRelações internacionais
dc.subjectCiência da informação
dc.subjectServico secreto
dc.subject.otherinformacional
dc.subject.otherInteligência governamental
dc.subject.otherRelações internacionais
dc.subject.otherServiço de inteligência
dc.subject.otherEstados Unidos
dc.subject.otherEstado
dc.titleO papel informacional dos serviços secretos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marta Macedo Kerr Pinheiro
local.contributor.referee1Denilson Feitosa Pacheco
local.contributor.referee1Maria Guiomar da Cunha Frota
local.description.resumoA presente pesquisa estuda o emprego das informações de inteligência como suporte à busca pela hegemonia de poder nas relações internacionais. Parte-se da premissa de que o poder duro e o poder suave, atualmente, encontram-se sob a hegemonia de uma única potência, a norte-americana. Essa potência, além de um poderio militar inigualável, do poder econômico e político, também possuiria um aparato informacional sem precedentes, sendo este último um pré-requisito para a manutenção de seu status quo. Para manter essa primazia informacional, os EUA apoiar-se-iam em seus serviços de inteligência ou serviços secretos que dariam suporte ao exercício tanto do poder coercitivo quanto do poder simbólico. A partir dessa ampla vantagem informacional em todas as esferas, os EUA constituiriam-se, possivelmente, como o Estado informacional mais sofisticado do planeta, sob o prisma das relações de poder para com os demais atores globais. Essa superioridade no terreno das informações é alicerce das bases da atual hegemonia inconteste norte-americana.
local.publisher.initialsUFMG

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