A Fortuna Instável do Patrimônio: des-invibilizando @monumentosincomodos no Chile

dc.creatorLeonardo Barci Castriota
dc.date.accessioned2023-10-25T20:03:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:36:05Z
dc.date.available2023-10-25T20:03:06Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThis article takes as its starting point the distinction between “intended monuments” and “unintended monuments”, proposed by Alois Riegl, to address the current destruction of statues and monuments dedicated to people and facts associated with slavery, colonialism and racism. To do so, we will focus on movements in Latin America, notably in Chile, where a series of protests, which demanded the deepening of the transition process towards democracy and more dignified, just, and egalitarian living conditions, targeted monuments, with 1,353 monuments damaged between October 2019 and February 2020. To follow this case, we will use the movement/platform @monumentosincomodos, created by a group of artists and intellectuals, where the essential characteristics constituting the new social movements of the beginning of the 21st century are intertwined, virtually and materially.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn1768-3084
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60042
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofLusotopie
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.subjectMonumentos
dc.subjectChile - Condições sociais
dc.subjectAmérica Latina - Municípios
dc.subject.otherPatrimônio cultural
dc.subject.otherMonumento
dc.subject.otherRiegl
dc.subject.otherDecolonial
dc.subject.otherChile
dc.subject.otherAmérica Latina
dc.titleA Fortuna Instável do Patrimônio: des-invibilizando @monumentosincomodos no Chile
dc.title.alternativeLa fortune instable du patrimoine : désinvibiliser @monumentosincomodos au Chili
dc.title.alternativeThe Unstable Fortune of Heritage: Dis-invibilizing @monumentosincomodos in Chile
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage24
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoEste artigo parte da distinção entre “monumentos intencionados” e “monumentos não intencionados”, proposta por Alois Riegl, para abordar a destruição hodierna de estátuas e monumentos dedicados a pessoas e fatos associadas à escravidão, ao colonialismo e ao racismo. Para isso, vamos nos concentrar nos movimentos na América Latina, notadamente no Chile, onde se dá um conjunto de protestos que reclamavam o aprofundamento do processo de transição para a democracia e uma condição de vida mais digna, justa e igualitária, e que vai ter nos monumentos um dos seus alvos, registrando-se ali 1 353 monumentos danificados entre outubro de 2019 e fevereiro de 2020. Para acompanhar este caso, vamos recorrer ao movimento/plataforma @monumentosincomodos, criado por um conjunto de artistas e intelectuais, no qual se cruzam presencial e virtualmente as características essenciais que marcam os novos movimentos sociais do início do século xxi.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9159-1787
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE ANÁLISE CRÍTICA E HISTÓRICA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE URBANISMO
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://journals.openedition.org/lusotopie/5364

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