Sobre o modelo de percolação de grau restrito
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Tese de doutorado
Título alternativo
Regarding the restricted degree percolation model
Primeiro orientador
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Alan Anderson da Silva Pereira
Paulo Cupertino de Lima
Weberson da Silva Arcanjo
Charles Souza do Amaral
Paulo Cupertino de Lima
Weberson da Silva Arcanjo
Charles Souza do Amaral
Resumo
Nesta tese, estudamos o Modelo de Percolação de Grau Restrito em Ambiente Aleatório sobre a rede quadrada $\mathbb{L}^2$. Nesse modelo, cada sítio \( v \) recebe uma restrição aleatória \( \kappa_v \in \{0,1,2,3\} \), de forma independente, segundo uma distribuição \( \rho \). Cada elo \( e \) tenta abrir-se em um tempo aleatório \( U_e \sim U(0,1) \), sendo a abertura permitida apenas se, nesse instante, ambos os sítios incidentes tiverem grau estritamente menor que suas respectivas restrições. Inicialmente, revisamos resultados conhecidos sobre a estrutura do modelo. Em seguida, apresentamos avanços no caso bidimensional: provamos a unicidade quase certa do aglomerado aberto infinito na fase supercrítica, estabelecemos a positividade da função de conectividade e demonstramos um Teorema Central do Limite para a densidade de elos abertos. Além disso, para dimensões superiores e sob restrições determinísticas, mostramos que a probabilidade de eventos locais é diferenciável em relação ao tempo e estabelecemos uma formulação adaptada da fórmula de Russo.
Abstract
This thesis investigates the Constrained-Degree Percolation Model in a Random Environment (CDPRE) on the square lattice \( \mathbb{L}^2 \). In this model, each site \( v \) is assigned an independent random degree constraint \( \kappa_v \in \{0,1,2,3\} \), according to a probability distribution \( \rho \). Each edge \( e \) attempts to open at a random time \( U_e \sim U(0,1) \), and the opening is allowed only if, at that time, both of its endpoints have degrees strictly smaller than their respective constraints. We begin by reviewing known results regarding the structure of the model. Then, we present new contributions in the two-dimensional setting: we prove the almost sure uniqueness of the infinite open cluster in the supercritical phase, establish the positivity of the connectivity function and derive a Central Limit Theorem for the density of open edges. Furthermore, for higher dimensions and under deterministic constraints, we show that the probability of local events is differentiable with respect to time and we establish an adapted formulation of Russo's formula.
Assunto
Estatística – Teses, Percolação (Física estatística) – Teses, Função de conectividade – Teses, Teorema da unicidade – Teses
Palavras-chave
Percolação de grau restrito, Unicidade, Função de conectividade, TCL, Fórmula de Russo
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