“A alegria da conquista”: Análise do processo de construção da autonomia dos movimentos psicomotores ao longo de três anos em uma turma de Educação Infantil

dc.creatorFabíola Aparecida Faria Ribeiro
dc.date.accessioned2022-02-17T10:56:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:35Z
dc.date.available2022-02-17T10:56:38Z
dc.date.issued2021-07-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39440
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectPsicologia educacional
dc.subjectPsicologia do desenvolvimento
dc.subjectPsicologia do movimento
dc.subjectLactentes - capacidade motora
dc.subjectCrianças - Desenvolvimento
dc.subjectEducação de crianças
dc.subjectEtnologia - Educação
dc.subjectBelo Horizonte (MG) - Educação
dc.subject.otherBebês
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherAutonomia
dc.subject.otherPsicologia histórico-cultural
dc.subject.otherEtnografia em educação
dc.title“A alegria da conquista”: Análise do processo de construção da autonomia dos movimentos psicomotores ao longo de três anos em uma turma de Educação Infantil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Vanessa Ferraz Almeida Neves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5601614079869123
local.contributor.referee1Ana Rosa Costa Picanço Moreira
local.contributor.referee1Maria de Fátima Cardoso Gomes
local.contributor.referee1Lais Caroline Andrade Bitencourt
local.contributor.referee1Iza Rodrigues da Luz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9210489835855357
local.description.resumoEsta pesquisa tem como objetivo compreender e analisar o processo de apropriação da autonomia dos movimentos psicomotores (engatinhar, ficar de pé com e sem apoio, andar, descer e subir o escorregador) de uma criança, ao longo de três anos, no contexto de uma Escola Municipal de Educação Infantil de Belo Horizonte, aqui denominada EMEI Tupi. Por meio de uma abordagem teórico-metodológica baseada na Psicologia Histórico-Cultural de Vigotski, na Psicogenética de Wallon, na Abordagem Pikler e na Etnografia em Educação, através da observação participante, realizando videogravações e entrevistas semiestruturadas durante todo o ano de 2019, analisamos o material de uso empírico ao longo de três anos, desde a inserção das crianças no berçário, em 2017, e buscamos problematizar como uma dessas crianças conquista a autonomia de seus movimentos, o que a instiga e em quais situações e oportunidades foi desafiada a conquistar determinados movimentos. Através da unidade de análise [ação psicomotora/cognição social situada], compreendemos que o ato não é apenas motor, mas sim psicomotor, estando dialeticamente vinculado às emoções e ao pensamento. A construção do processo de autonomia dos movimentos corporais foi permeada pelas situações sociais de desenvolvimento, constituída pelas diferentes linguagens em uso (expressões faciais, corporais, mudanças no tônus muscular levando à transformação de Danilo – sentar, arrastar-se, engatinhar, ficar de pé, andar, subir e descer do escorregador), pelas interações sociais estabelecidas entre o grupo, pelo papel do adulto e pelo interesse das crianças nos artefatos culturais. Percebemos, ao longo das análises, que os movimentos vão se transformando ao longo do tempo, pois o meio provoca mudanças no desenvolvimento, ao passo que o desenvolvimento também provoca mudanças no meio.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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