Outcome of infective endocarditis in the current era: early predictors of poor prognosis

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Artigo de periódico

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Resultado da endocardite infecciosa na era atual: preditores precoces de mau prognóstico

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Resumo

Background The early identification of patients at risk of complications of infective endocarditis (IE) using parameters obtained as part of routine practice is essential for guiding clinical decision-making. This study aimed to identify a parameter at hospital admission that predicts the outcome, adding value to other well-known factors of a poor prognosis in IE. Methods Two hundred and three patients with IE were included in this study. Clinical evaluation, echocardiography, blood cultures, and routine laboratory tests were performed at hospital admission. The endpoint was in-hospital mortality. Results The mean age of the patients was 48.2 ± 16.6 years; 62% were male and 38% had rheumatic heart disease. During treatment, cardiac surgery was performed in 111 patients (55%), and the overall in-hospital mortality rate was 32%. In the multivariable analysis, the independent predictors of death were age (odds ratio (OR) 1.07, 95% confidence interval (CI) 1.02–1.13), C-reactive protein (CRP) at hospital admission (OR 1.12, 95% CI 1.04–1.21), length of the vegetation at diagnosis (OR 1.15, 95% CI 1.03–1.28), development of heart failure (OR 6.43, 95% CI 2.14–19.33), and embolic events during antimicrobial therapy (OR 12.14, 95% CI 2.11–71.89). Conclusions An elevated CRP level at hospital admission and vegetation length at diagnosis were strong predictors of in-hospital mortality in IE, independent of other prognostic parameters, specifically taking into account patient characteristics and complications during therapy.

Abstract

Fundo A identificação precoce de pacientes com risco de complicações da endocardite infecciosa (EI) por meio de parâmetros obtidos na prática rotineira é essencial para orientar a tomada de decisão clínica. Este estudo teve como objetivo identificar um parâmetro na admissão hospitalar que prediz o desfecho, agregando valor a outros fatores bem conhecidos de mau prognóstico na EI. Métodos Duzentos e três pacientes com EI foram incluídos neste estudo. Avaliação clínica, ecocardiograma, hemoculturas e exames laboratoriais de rotina foram realizados na admissão hospitalar. O desfecho foi mortalidade hospitalar. Resultados A média de idade dos pacientes foi de 48,2 ± 16,6 anos; 62% eram do sexo masculino e 38% tinham cardiopatia reumática. Durante o tratamento, a cirurgia cardíaca foi realizada em 111 pacientes (55%), e a mortalidade hospitalar global foi de 32%. Na análise multivariada, os preditores independentes de morte foram idade (odds ratio (OR) 1,07, intervalo de confiança de 95% (IC) 1,02–1,13), proteína C reativa (PCR) na admissão hospitalar (OR 1,12, IC 95% 1,04 –1,21), comprimento da vegetação no diagnóstico (OR 1,15, IC 95% 1,03–1,28), desenvolvimento de insuficiência cardíaca (OR 6,43, IC 95% 2,14–19,33) e eventos embólicos durante a terapia antimicrobiana (OR 12,14, 95% IC 2.11-71.89). Conclusões Um nível elevado de PCR na admissão hospitalar e o comprimento da vegetação no diagnóstico foram fortes preditores de mortalidade intra-hospitalar na EI, independentemente de outros parâmetros prognósticos, levando em consideração especificamente as características do paciente e as complicações durante a terapia.

Assunto

Endocardite infecciosa, Proteína C-reativa, Ecocardiografia, Mortalidade

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https://www.ijidonline.com/article/S1201-9712(18)30017-1/fulltext

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