Concepções prévias sobre germinação de semente Crioula, em uma sala de aula de ciências do ensino fundamental, como atividade para a semana C&T, de uma proposta de interação de estudantes de uma escola municipal de Belo Horizonte com as TIC’S, um programa de rádio para comunicação pública da ciência - CAFÉ Barômetro - ciência café e debate, contribuições de um espaço não formal para educação em ciências
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Membros da banca
Katia Pedroso Silveira
Resumo
O objetivo desse trabalho é propor uma sequência didática, para estudo da germinação, destinada
à estudantes da educação de jovens e adultos”. A proposta foi desenvolvida respectivamente em
espaço escolar composta de dois momentos: Aula teórica e aula prática e; também realizada em
espaço extraescolar pela participação no campus da UFMG durante a semana C&T, em uma
edição do Café Barômetro – Ciência, Café e Debate, um programa de rádio alinhado à proposta
dos cafés científicos, um evento de comunicação pública da Ciência.
A participação de estudantes do Primeiro e Segundo segmentos do EJA de uma escola municipal
de Belo Horizonte, ocorreu em uma perspectiva da Educação Científica-CTS- inserida em um
contexto onde, há ênfase na oralidade e, a prática social da leitura e da escrita foi mediada pela
utilização das Tecnologias Informação e Comunicação – TIC’s (rádio e tablet).
Avaliou-se a possibilidade de estabelecer relação entre a tradição oral sobre germinação e o
conteúdo escolar de Ciências sobre o tema, como subsídio para debater questões de segurança
alimentar e sociedade.
O estudo da germinação aqui proposto promove uma interação com o tema de forma
problematizadora onde, a partir da pergunta o que é germinação e a utilização de sementes não
cultivadas, favorece indagação dos fatores internos e externos que interferem com a germinação.
As análises das concepções prévias de estudantes do EJA, expressas por meio de desenhos e,
entrevistas sobre a germinação sugerem na, como um fenômeno externo à semente, por exemplo,
ao afirmar que para germinar além das práticas horticultoras, cuidados, mimos, conversa, são
decisivos, em uma possível visão humanizante.
A proposta apresentada para estudo da germinação, ao utilizar sementes de espécies não
cultivadas propícia uma aquisição do conhecimento, para estudante do ensino fundamental, sobre
germinação de modo instigante, de forma a que estudante possa problematizar como ocorre a
germinação, possíveis fatores externos e internos a semente que interferem com o processo e,
como ocorre na natureza, além dos aspectos culturais e sociais relativos a semente e a sociedade.
A interação destas (es) estudantes com as TIC'S, a saber, (o rádio e o tablet) em um programa de
comunicação pública da ciência pode ter proporcionado diferentes letramentos.
É possível que as atividades ocorridas em espaço escolar e extraescolar oportunizaram para
estudantes compreenderem que tanto os saberes referentes as práticas horticultoras como aqueles
conhecimentos de germinação, aprendida geração após geração, são também, parte dos
conhecimentos referentes à Ciência escolar sobre fisiologia da germinação de sementes.
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Comunicação pública da ciência, Concepções prévias, Germinação, EJA
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