Estudo do potencial biotecnológico da proteína SmKI-1 do Schistosoma mansoni: aplicabilidade de seu domínio Kunitz como uma molécula anti-inflamatória e de seu domínio C-terminal como candidato à uma vacina anti-esquistossomótica

dc.creatorFábio Mambelli Silva
dc.date.accessioned2021-01-21T12:09:49Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:15Z
dc.date.issued2020-08-31
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34817
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectGenética
dc.subjectSchistosoma mansoni
dc.subjectVacinas
dc.subjectBiotecnologia
dc.subjectElastase de leucócito
dc.subject.otherSmKI-1
dc.subject.otherKunitz
dc.subject.otherElastase
dc.subject.otherVacina
dc.subject.otherBiotecnologia
dc.subject.otherEsquistossomose
dc.titleEstudo do potencial biotecnológico da proteína SmKI-1 do Schistosoma mansoni: aplicabilidade de seu domínio Kunitz como uma molécula anti-inflamatória e de seu domínio C-terminal como candidato à uma vacina anti-esquistossomótica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Mariana Torquato Quezado de Magalhães
local.contributor.advisor1Sergio Costa Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6289054627154841
local.contributor.referee1Vasco Ariston de Carvalho Azevedo
local.contributor.referee1Rafael Pinto Vieira
local.contributor.referee1Luciana Cezar de Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Bárbara de Castro Pimentel Figueiredo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5461614711435338
local.description.embargo2021-08-31
local.description.resumoA proteína SmKI-1 do Schistosoma mansoni está intrinsecamente associada à sua sobrevivência; e apresenta um inibidor ubíquo de serino proteases do tipo Kunitz e uma domínio C-terminal desordenado e sem homólogos fora do gênero. O domínio Kunitz (KD) apresenta papel essencial no bloqueio da ligação com a elastase neutrofílica (HNE), no comprometimento da migração/ativação de neutrófilos, além de exibir elevado potencial anti-inflamatório. Este domínio apresenta em seu sítio ativo (P1) um resíduo de arginina (Arg18), sendo esta uma região central para a atividade inibidora da HNE. Neste estudo, foram realizadas análises estruturais in silico desta proteína visando sua produção para estudos de inibição enzimática da HNE e ensaios vacinais. Desenvolvemos um protocolo de expressão onde o KD foi clonado ao plasmídeo pET-32a junto à uma proteína de fusão (TRX) e recuperado de forma solúvel. Por meio de análises biofísicas, a estabilidade e o padrão de estruturação da proteína foram verificados. Análises in silico por modelagem e ancoragem molecular nos permitiram o desenho de duas mutações sítio-dirigidas com o objetivo de melhorar a atividade inibitória da HNE: (1) a substituição da Arg18 no sítio P1 por um resíduo de leucina e (2) a substituição do Glu14 por um resíduo de alanina (mutações RL-KD e EA-KD, respectivamente). Essas substituições basearam-se na preferência da HNE por resíduos hidrofóbicos como a leucina na posição P1, de inibidores reportados em bancos de dados, e em nossas análises estruturais, que também demonstraram que a substituição do Glu14 contribuiria para uma alteração na dinâmica conformacional do sítio P1 de modo a a facilitar o complexo com a HNE. As proteínas mutantes foram produzidas solúveis e funcionais e utilizadas em ensaios de inibição enzimática in vitro para HNE, demonstrando atividade inibitória melhorada quando comparadas ao KD. A variante RL-KD apresentou melhor performance nos ensaios de inbição in vitro e, portanto, foi avaliada quanto ao seu potencial anti-inflamatório em um modelo in vivo de artrite gotosa aguda induzida por cristais de MSU. Apesar da diminuição da sensação dolorosa pelos animais e redução dos parâmetros inflamatórios testados, não foi observada diferença estatística quando comparado ao KD. Paralelamente, avaliamos de forma individual a SmKI-1 e seus domínios estruturais em formulações vacinais em modelo murino. Observamos que a SmKI-1 induziu 46,7% de proteção e o domínio C-terminal 27,8% na redução do número de vermes; enquanto, o domínio KD não foi capaz de proteger contra à infecção. Este trabalho demonstra o potencial dos domínios da SmKI-1, o KD para o desenho racional de uma molécula anti-inflamatória e a região C-terminal como candidato à vacina contra à esquistossomose.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Genética

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