Hipnose e meditação: um comparativo de processos neurobiológicos

dc.creatorLucas Xavier Mafra
dc.date.accessioned2023-03-23T15:29:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:00Z
dc.date.available2023-03-23T15:29:39Z
dc.date.issued2022-06-10
dc.description.abstractHypnosis and meditation have long remained stigmatized as mystical or esoteric practices, but the number of neuroimaging studies involving meditation and hypnosis has increased considerably in recent years, allowing brain function during these practices to be investigated as never before possible. Meditation, which can be defined as a form of mental training aimed at improving an individual's core psychological abilities, seems to have much in common with hypnosis, which can be defined as a procedure in which a subject called a "hypnotist" suggests changes in another individual's experience. The subjective experiences of hypnosis are in many ways similar to those of meditation, which has already been indicated by verbal accounts of some experienced meditators who have been hypnotized and of subjects experienced in self-hypnosis who have begun to meditate. This paper aims to compare the neurobiological processes of meditation and hypnosis through a literature review of articles that have made such comparisons. For this purpose, 15 articles were selected, being original studies or narrative reviews on neurobiological aspects of hypnosis and meditation. Electroencephalography studies indicate a predominance of theta waves in both practices, and neuroimaging studies show the importance of the anterior cingulate cortex, prefrontal cortex, and insula for hypnosis and meditation, and involve areas involved with imagery and the default mode, salience, and executive control networks. The way in which some of these areas and networks are activated seems to differ between practices, although the results are still quite inconclusive and in some cases contradictory.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51154
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeurociências
dc.subjectNeurobiologia
dc.subjectHipnose
dc.subjectMeditação
dc.subjectAtenção plena
dc.subjectEletroencefalografia
dc.subjectTomografia por emissão de pósitrons
dc.subject.otherEeg
dc.subject.otherFmri
dc.subject.otherHipnose
dc.subject.otherMeditação
dc.subject.otherMindfulness
dc.subject.otherNeurobiologia
dc.subject.otherPet
dc.titleHipnose e meditação: um comparativo de processos neurobiológicos
dc.title.alternativeHypnosis and meditation: a comparison of neurobiological processes
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ramon Moreira Cosenza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7832300062369054
local.contributor.referee1Paula Luciana Scalzo
local.contributor.referee1Cleiton Lopes Aguiar
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5072377621753021
local.description.resumoA hipnose e a meditação permaneceram estigmatizadas como práticas místicas ou esotéricas por muito tempo, porém o número de estudos com neuroimagem envolvendo a meditação e a hipnose vem aumentando consideravelmente nos últimos anos, o que tem permitido que a função cerebral durante essas práticas seja investigada como nunca antes foi possível. A meditação, que pode ser definida como uma forma de treinamento mental com o objetivo de melhorar as capacidades psicológicas essenciais de um indivíduo, parece ter muito em comum com a hipnose, que pode ser definida um procedimento em que um sujeito denominado “hipnotista” sugere alterações na experiência de outro indivíduo. As experiências subjetivas da hipnose são, em muitos aspectos, semelhantes às da meditação, o que já foi indicado por relatos verbais de alguns meditadores experientes que foram hipnotizados e de sujeitos experientes na auto-hipnose que começaram a meditar. Este trabalho objetiva comparar os processos neurobiológicos da meditação e da hipnose através de uma revisão bibliográfica de artigos que tenham feito comparações nesse sentido. Para isso, foram selecionados 15 artigos, sendo estudos originais ou revisões narrativas sobre aspectos neurobiológicos da hipnose e da meditação. Os estudos de eletroencefalografia indicam uma predominância de ondas theta em ambas as práticas, e os estudos com neuroimagem evidenciam a importância do córtex do cíngulo anterior, do córtex pré-frontal e da ínsula para a hipnose e a meditação, além de envolver áreas envolvidas com imagens e as redes de modo padrão, de saliência e de controle executivo. A forma com que algumas dessas áreas e redes são ativadas parecem diferir entre as práticas, embora os resultados ainda sejam bastante inconclusivos e, em alguns casos, contraditórios.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Neurociências e Suas Fronteiras

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