Avaliação de volume e diâmetros em membros inferiores de primigenistas normais, com pletismografia a ar e ultra-sonografia vascular

dc.creatorVitoria Brito Goulart
dc.date.accessioned2019-08-12T11:20:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:21Z
dc.date.available2019-08-12T11:20:28Z
dc.date.issued2007-12-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7K6HVF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExtremidade inferior/ultra-sonografia
dc.subjectExtremidade inferior/irrigação sanguínea
dc.subjectComplicações cardiovasculares na gravidez
dc.subjectPrurido
dc.subjectGravidez/fisiologia
dc.subjectCãibra muscular
dc.subjectVeia safena/fisiologia
dc.subjectPletismografia
dc.subjectObstetrícia
dc.subjectVolume sanguíneo/fisiologia
dc.subject.otherDiâmetro venoso
dc.subject.otherVolume venoso
dc.subject.otherMembros inferiores de gestantes primigestas
dc.titleAvaliação de volume e diâmetros em membros inferiores de primigenistas normais, com pletismografia a ar e ultra-sonografia vascular
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Túlio Pinho Navarro
local.contributor.advisor1Antonio Carlos Vieira Cabral
local.contributor.referee1Cezar Alencar de Lima Rezende
local.contributor.referee1Zilma Silveira Nogueira Reis
local.description.resumoObjetivo: descrever os efeitos fisiológicos da gestação na hemodinâmica venosa dos membros inferiores de primigestas sem intercorrências clínicas. Método: dezesseis mulheres nuligestas (G1) e dezesseis primigestas sem intercorrências clínicas e com média de idade gestacional de 27,7 semanas (G2) foram avaliadas por meio da pletismografia a ar (PGA), do duplex-scan (DS) e da avaliação físicavascular (AFV) dos membros inferiores. Resultados: o volume venoso (VV) dos membros inferiores quantificado pela PGA apresentou aumento no grupo de primigestas em relação ao grupo-controle, com diferença significativa entre os grupos (G1: 94,7±27,3 ml; G2: 110,1±30,2 ml / p=0,036). Os diâmetros da veia femoral comum (VFC), da veia safena magna (VSM) e da veia poplítea (VP) foram medidos por meio do duplex-scan e o grupo de primigestas mostrou aumento no calibre desses vasos em relação ao grupo-controle, com diferença significativa entre os grupos (G1-VFC: 10,14±1,24 mm; G2-VFC: 12,72±2,27 mm;p<0,001/ G1-VSM: 3,55±0,98 mm; G2-VSM: 4,81±1,15 mm; p<0,001/ G1-VP: 5,36±1,07 mm; G2-VP: 6,87±1,68 mm; p<0,001). Em relação à classificação clínica CEAP, no grupo G1 havia 12 mulheres em C0 e quatro em C1; e no grupo G2 havia 11 gestantes em C0 e cinco em C1. Os sintomas avaliados foram dor, prurido, peso e câimbra. No grupo G1, 37,5% das mulheres estudadas tinham queixa vascular nos membros inferiores; no grupo G2, 75% das gestantes relatavam sintomas vasculares, tendo sido a câimbra, neste grupo, o sintoma mais comum. Ao se comparar os sintomas vasculares com os achados da PGA edo DS no grupo das gestantes, notou-se valor significativo (p<0,001) apenas entre a presença de sintomas e o aumento do diâmetro venoso da veia safena magna. Utilizou-se o programa estatístico MINITAB e um nível de significância < 5%. Conclusão: a gestação provoca mudanças na hemodinâmica venosa dos membros inferiores. Na gravidez, há aumento do volume e dos calibres venosos dos membros inferiores. As alterações da VSM têm relação com os sintomas vasculares em gestantes. E a pletismografia a ar mostrou-se adequada para aavaliação vascular de membros inferiores em mulheres grávidas.
local.publisher.initialsUFMG

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