Efficacy of Six Different SARS-CoV-2 Vaccines during a Six-Month Follow-Up and Five COVID-19 Waves in Brazil and Mexico

dc.creatorMaria Elena Romero-Ibarguengoitia
dc.creatorDiego Rivera-Salinas
dc.creatorRiccardo Sarti
dc.creatorRiccardo Levi
dc.creatorMaximiliano Mollura
dc.creatorArnulfo Garza-Silva
dc.creatorAndrea Rivera-Cavazos
dc.creatorYodira Guadalupe Hernández-Ruíz
dc.creatorIrene Antonieta Barco-Flores
dc.creatorArnulfo González-Cantú
dc.creatorMiguel Ángel Sanz-Sánchez
dc.creatorMilton Henriques Guimarães Júnior
dc.creatorChiara Pozzi
dc.creatorRiccardo Barbieri
dc.creatorDevany Paola Morales-Rodriguez
dc.creatorMauro Martins Texeira
dc.creatorMaria Rescigno
dc.date.accessioned2026-04-27T20:54:51Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractComparisons among the different vaccines against SARS-CoV-2 are important to understand which type of vaccine provides more protection. This study aimed to evaluate the real-life efficacy through symptomatic infection and the humoral response of six different vaccines against SARS-CoV-2—BNT162b2, mRNA-1273, ChAdOx1-S, CoronaVac, Ad26.COV2, and Ad5-nCoV. This multicentric observational longitudinal study involved hospitals from Mexico and Brazil in which volunteers who received complete vaccination schemes were followed for 210 days after the last dose. SARS-CoV-2 Spike 1–2 IgG levels were taken before receiving the first vaccine, 21 days after each dose, and the last sample at six months (+/−1 month) after the last dose. A total of 1132 individuals exposed to five COVID-19 waves were included. All vaccines induced humoral responses, and mRNA vaccines had the highest antibody levels during follow-up. At six months, there was a decline in the SARS-CoV-2 Spike 1–2 IgG antibody titers of 69.5% and 36.4% in subjects with negative and positive history of infection respectively. Infection before vaccination and after complete vaccination scheme correlated with higher antibody titers. The predictors of infection were vaccination with CoronaVac compared to BNT162b2 and ChAdOx1-S. In the presence of comorbidities such as diabetes, rheumatoid arthritis, or dyslipidemia, CoronaVac lowered the risk of infection.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.3390/vaccines11040842
dc.identifier.issn2076-393X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2566
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofVaccines
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectSARS-CoV-2
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectBrasil
dc.subjectMéxico
dc.subjectVacinas - Eficácia
dc.subjectVacina BNT162
dc.subjectVacina de mRNA-1273 contra 2019-nCoV
dc.subjectAd26COVS1
dc.subject.otherVaccination
dc.subject.otherSARS-CoV-2
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherCoronavirus
dc.subject.otherImmunization
dc.subject.otherAntibodies
dc.titleEfficacy of Six Different SARS-CoV-2 Vaccines during a Six-Month Follow-Up and Five COVID-19 Waves in Brazil and Mexico
dc.title.alternativeEficácia de seis diferentes vacinas contra SARS-CoV-2 durante um acompanhamento de seis meses e cinco ondas de COVID-19 no Brasil e no México
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage16
local.citation.spage1
local.citation.volume11
local.description.resumoA comparação entre as diferentes vacinas contra o SARS-CoV-2 é importante para entender qual tipo de vacina oferece maior proteção. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia na vida real, por meio da infecção sintomática e da resposta humoral, de seis diferentes vacinas contra o SARS-CoV-2: BNT162b2, mRNA-1273, ChAdOx1-S, CoronaVac, Ad26.COV2 e Ad5-nCoV. Este estudo observacional longitudinal multicêntrico envolveu hospitais do México e do Brasil, nos quais voluntários que receberam esquemas completos de vacinação foram acompanhados por 210 dias após a última dose. Os níveis de IgG contra as proteínas Spike 1 e 2 do SARS-CoV-2 foram coletados antes da primeira dose da vacina, 21 dias após cada dose e a última amostra foi coletada seis meses (± 1 mês) após a última dose. Um total de 1132 indivíduos expostos a cinco ondas de COVID-19 foram incluídos. Todas as vacinas induziram respostas humorais, e as vacinas de mRNA apresentaram os níveis mais elevados de anticorpos durante o acompanhamento. Aos seis meses, observou-se uma redução nos títulos de anticorpos IgG contra as proteínas Spike 1 e 2 do SARS-CoV-2 de 69,5% e 36,4% em indivíduos com histórico negativo e positivo de infecção, respectivamente. A infecção antes da vacinação e após o esquema vacinal completo correlacionou-se com títulos de anticorpos mais elevados. Os preditores de infecção foram a vacinação com CoronaVac em comparação com as vacinas BNT162b2 e ChAdOx1-S. Na presença de comorbidades como diabetes, artrite reumatoide ou dislipidemia, a CoronaVac reduziu o risco de infecção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA
local.url.externahttps://www.mdpi.com/2076-393X/11/4/842

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