Incorporação de boas práticas de atenção ao parto e nascimento: processo educativo do pré-natal ao nascimento em Santana do Araguaia/PA

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Este trabalho nasceu da inquietação causada pela rejeição das parturientes ao modelo de parto vaginal praticado em Santana do Araguaia, o que ocasionou em 2014 uma taxa de parto cirúrgico de 47%, quando o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 15% de partos cirúrgicos em relação aos partos vaginais, trazendo consigo uma série de desfechos perinatais negativos. Baseado nas políticas públicas do Ministério da Saúde, Programa Nacional de Humanização ao Parto e Nascimento (PNHP) de 01/06/2000 e na Rede Cegonha de 24/06/2011, o objetivo deste é desenvolver processos educativos como forma de reestruturação das ações da Atenção Primária a Assistência ao Parto e Nascimento. O projeto envolveu a equipe de enfermagem das Estratégias Saúde da Família (ESF) e da Maternidade Municipal de Santana do Araguaia-PA, para discussão sobre assistência oferecida no pré-natal e no parto, por meio da reflexão crítica das práticas profissionais, de forma que a condução do processo reflexivo favoreça a corresponsabilidade na educação para o parto nos integrantes das equipes. O desafio começa a partir da mudança dos profissionais de enfermagem que assistem o parto, sendo preciso ressignificar a visão que a equipe tem do processo parturitivo, para que suas ações os direcionem na adoção de Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento. Na Atenção Primária à Saúde as ações propostas foram voltadas para reestruturação do pré-natal e formação de Grupos de Gestantes para o desenvolvimento de ações educativas para a gestação e educação sobre o parto. Elegeu-se a Educação Permanente em Saúde como via de transformação para realidade evidenciada e com as ações propostas espera-se reduzir o número de partos cesáreos, aumentar adesão ao parto vaginal, oferecer um parto humanizado respeitando a mulher nesse processo e reduzindo as intervenções praticadas no parto vaginal. Com a implantação do Protocolo de Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento, e as ações educativas desenvolvidas com a equipe de enfermagem, foi possível reduzir da taxa de cesáreo para 22%, sendo a taxa anual até Setembro/2015 variando em 38%, porém esse quantitativo necessita ser avaliado em relação à qualidade da assistência oferecida

Abstract

Assunto

Parto, Parto Humanizado, Tocologia, Enfermagem Obstétrica, Estratégia Saúde da Família, Parto Obstétrico, Violência/prevenção & controle

Palavras-chave

Parto, Violência, Parto humanizado, Enfermagem Obstétrica

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