Diálogos entre ciência e saberes locais: dificuldades e perspectivas

dc.creatorFlora Sousa Pidner
dc.date.accessioned2019-08-14T15:37:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:34Z
dc.date.available2019-08-14T15:37:57Z
dc.date.issued2010-02-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-848H3C
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência
dc.subjectModernidade
dc.subject.otherciência moderna
dc.subject.othermodernidade
dc.subject.otherutopia
dc.subject.otherecologia de saberes
dc.subject.othersaberes locais
dc.subject.otherlugar
dc.titleDiálogos entre ciência e saberes locais: dificuldades e perspectivas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Cassio Eduardo Viana Hissa
local.contributor.referee1Doralice Barros Pereira
local.contributor.referee1Jose Geraldo Pedrosa
local.description.resumoAs motivações desta pesquisa originaram-se de inquitações, indagações e preocupações geradas no contexto da crise da modernidade. Assim, este estudo parte da crítica à sociedade moderna. A crise do fazer científico moderno adquire no debate, pois, no nascimento da ciência, se origina, também, a crise da própria ciência e da universidade moderna. A história da modernidade é marcada pela monocultura do conhecimento científico, que deslegitima qualquer forma de conhecimento e de saber que não sejam produzidos sob os parâmetros da ciência. A inquietação diante do desperdício histórico e material dos saberes não hegemônicos pela ciência moderna culmina na reflexão utópica acerca da reinvenção dos saberes e da universidade, em busca de outras referências para uma nova vida. A reflexão é utópica, pois se refere à busca de caminhos de realizações possíveis, de futuros diferentes do prometido pela modernidade. Boaventura de Sousa Santos, em sua obra A gramática do tempo: para uma nova cultura política, propõe a teoria da ecologia do saberes para substituir a paisagem de monocultura científica Essa teoria impulsiona a pluralidade de saberes existentes e possíveis para o diálogo, que, em princípio, passaria pela reafirmação dos saberes produzidos nos lugares, os chamados saberes locais. O objetivo é a valorização da dimensão do lugar que significa a revalorização das vozes dos sujeitos no cotidiano no processo de produção dos saberes e para a possibilidade de diálogo entre eles, diálogo esse factível através de um processo de tradução que lhes permita a inteligibilidade recíproca.
local.publisher.initialsUFMG

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