Caracterização do Estroma Reativo do Câncer de Próstata em função da Morfologia Acinar e da assinatura do colágeno por imunohistoquímica e à microscopia por geração de Segundo Harmônico (SHG): a busca de novos marcadores prognósticos
| dc.creator | Eduardo Paulino Júnior | |
| dc.date.accessioned | 2024-06-18T15:08:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:05:49Z | |
| dc.date.available | 2024-06-18T15:08:11Z | |
| dc.date.issued | 2022-07-21 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/69249 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Próstata | |
| dc.subject | Carcinoma | |
| dc.subject | Células Estromais | |
| dc.subject | Imuno-Histoquímica | |
| dc.subject | Microscopia Óptica não Linear | |
| dc.subject | Colágeno | |
| dc.subject | Telócitos | |
| dc.subject.other | Próstata | |
| dc.subject.other | Carcinoma | |
| dc.subject.other | Estroma reativo | |
| dc.subject.other | Imuno-histoquímica | |
| dc.subject.other | SHG | |
| dc.subject.other | Colágeno | |
| dc.subject.other | Telócitos | |
| dc.title | Caracterização do Estroma Reativo do Câncer de Próstata em função da Morfologia Acinar e da assinatura do colágeno por imunohistoquímica e à microscopia por geração de Segundo Harmônico (SHG): a busca de novos marcadores prognósticos | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Marcelo Henrique Mamede Lewer | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4594174520904857 | |
| local.contributor.referee1 | Athanase Billis | |
| local.contributor.referee1 | William Carlos Nahas | |
| local.contributor.referee1 | Ana Maria de Paula | |
| local.contributor.referee1 | Cristiana Buzelin Nunes | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/8566857996049554 | |
| local.description.resumo | INTRODUÇÃO: O carcinoma de próstata (CaP) é tumor heterogêneo de alta incidência e evolução lenta. O prognóstico baseia-se no grau histológico dado pelo Sistema Gleason, mas nem sempre é possível identificar no conjunto dos casos os agressivos. O estroma reativo (ER) do tumor, por sinais químicos e físicos, induz crescimento e disseminação e vem sendo avaliado como possível fator prognóstico. OBJETIVO: Avaliar a intensidade do ER tumoral em função da morfologia dos ácinos neoplásicos, deposição e organização do colágeno e tipos celulares do estroma. METODOLOGIA: Foram examinadas 120 biópsias sextantes de próstata, selecionando-se uma lâmina por caso, a com maior representação tumoral e de maior grau histológico, concomitantemente, distribuídas em 4 grupos de 30: 1- Gleason 3+3; 2- Gleason 3+4; 3- Gleason 4+3; 4- somatória ≥8. Uma ou mais regiões foram mapeadas pelo grau de ER e a morfologia dos ácinos neoplásicos em correspondência registrada. Os tipos celulares do ER foram estudados por marcação imuno-histoquímica para actina (ACT), desmina (DES), vimentina (VIM) e CD34 e ácinos neoplásicos classificados em 4 padrões morfológicos (A, B, C e D). Quantificação e organização do colágeno foram avaliadas por meio de microscopia por geração de segundo harmônico. RESULTADOS: Das 327 áreas analisadas, 21,1%, 23,5%, 26,0% e 29,4% pertenciam aos grupos 1, 2, 3 e 4, respectivamente, predominando padrões acinares A (41,6%) e B (38,3%), compostos por ácinos bem formados (A) e microácinos rudimentares geralmente localizados na interface do tumor com o estroma (B). Padrão cribriforme (C) foi visto em 7,3% das áreas e D (células isoladas e ninhos) definiu o grupo 4. ER foi visto em 70% das áreas e tumores estromogênicos (percentual de estroma ≥ massa tumoral) em 8,0% delas. Os de menor intensidade de ER eram do G3. Estratificando-se pelo padrão acinar, tumores de padrões B e D produziram maior ER, com infiltração perineural mais frequente e maior deposição de colágeno. O perfil celular levantou a suspeita da presença de telócitos no ER. CONCLUSÃO: Diferentes padrões de ER vistos no mesmo tumor e com mesmo escore de Gleason podem ser determinados por interação epitélio-estromal bidirecional, resultando em padrões acinares específicos, não necessariamente relacionados ao Sistema Gleason. Como exemplo, microácinos rudimentares vistos na periferia da massa tumoral, associados a desmoplasia, poderiam estar diretamente ligados à evolução desfavorável do tumor. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0001-6157-6511 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | MEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia |