Da criança que um dia fui para as crianças que ainda somos: um manifesto pela liberdade de ser

dc.creatorJuarez Guimarães Dias
dc.date.accessioned2021-09-21T16:37:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:38Z
dc.date.available2021-09-21T16:37:40Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThis essay intends, through a memory exercise and connected to the methodological procedures of brainstorming and inventory, a return to the author's childhood, caused by an encounter with a letter that he wrote to the child he once was, as part of the research and creation process of the Performance-Play-Party #Child. The work, which has as its theme the relationships between identity, gender and playing, was the motivation for writing this self-ethnography to think about ways of being a child as an assumed LGBTQIA+ person and the developments, wounds and scars originating from this experience. Supported by Foucault (2009), Butler (2015a; 2015b), Kennedy (2012), Moriceau and Mendonça (2016), this essay is developed by the performativity of the "writings of oneself" and the method of the "affective turnaround," returning to the past to think from the experience of childhood, and the ways in which the socio-cultural-political norms and structures of gender hurt the freedom of being a child.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.31560/2595-3206.2020.9.10273
dc.identifier.issn2595-3206
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38108
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Estudos da Homocultura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCrianças
dc.subjectRelações de gênero
dc.subjectIdentidade sexual
dc.subjectBrincadeiras
dc.subject.otherCriança
dc.subject.otherCriança viada
dc.subject.otherPerformance de gênero
dc.subject.otherBrinquedos
dc.titleDa criança que um dia fui para as crianças que ainda somos: um manifesto pela liberdade de ser
dc.title.alternativeFrom the child I once was to the children we still are: a statement for the freedom to be
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage340
local.citation.issue9
local.citation.spage320
local.citation.volume3
local.description.resumoEste ensaio busca, por meio de um exercício de memória e conectado aos procedimentos metodológicos do brainstorming e do inventário, um retorno à infância do autor, provocada pelo encontro com uma carta que escreveu para a criança que um dia foi, como parte do processo de pesquisa e criação da Peça-Jogo-Festa #Criança. O trabalho, que tem como tema as relações entre identidade, gênero e brincadeira, foi a motivação para a escrita desta auto-etnografia para pensar modos de ser criança como pessoa assumidamente LGBTQIA+ e os desdobramentos, feridas e cicatrizes oriundos da experiência. Amparado por Foucault (2009), Butler (2015a; 2015b), Kennedy (2012), Moriceau e Mendonça (2016), o ensaio se desenvolve pela performatividade das “escritas de si” e pelo método “da virada afetiva”, regressando ao passado para se pensar a partir da experiência da infância, e dos modos com que as normas e construtos sócio-culturais-políticos de gênero ferem a liberdade de ser criança.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-7643-1769
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/rebeh/article/view/10273

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