Relação entre neuroinflamação e neurodegeneração na esclerose múltipla: uma revisão
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
A esclerose múltipla (EM), descrita por Charcot em 1868 é uma doença inflamatória desmielinizante do SNC, afentando 2,5 milhões de pessoas e todo o mundo. A hipótese atual sobre o evento central da doença é o envolvimento de linfócitos T auto-reativos, o que confere um caráter auto-imune à EM. Em vista da importância dos eventos inflamatórios e neurodegenerativos na doença surge a necessidade de investigá-los através do estudo da fisiologia da EM. Esse trabalho visou determinar o papel da inflamação na neurodegeneração que ocorre na doença. Para isso realizou-se uma revisão sistemática da literatura, buscando artigos científicos publicados no PubMed e utilizando-se os seguintes descritores: natural history, inflammation, neurodegeneration, pathophysiology, diagnosis, treatment e multiple sclerosis. Diversas linhas de evidência apoiam a teoria da resposta imune inflamatória contra auto-antígenos da mielina no SNC, porém há evidências da progressão da doença sem a presença de inflamação. Não há ainda um modelo experimental que evidencie o verdadeiro papel da inflamação na neurodegeneração e há evidências de que essa possa ser o evento desencadeador da doença. Diante disso torna-se fundamental o aprofundamento dos estudos da fisiopatologia da esclerose múltipla.
Abstract
Assunto
Neuroinflamação, Neurociências, Esclerose multipla
Palavras-chave
Neurociências e suas Interfaces