Relação entre neuroinflamação e neurodegeneração na esclerose múltipla: uma revisão
| dc.creator | Juliana Martins do Carmo | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T20:33:33Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:34:08Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T20:33:33Z | |
| dc.date.issued | 2011-05-10 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9QMJDH | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Neuroinflamação | |
| dc.subject | Neurociências | |
| dc.subject | Esclerose multipla | |
| dc.subject.other | Neurociências e suas Interfaces | |
| dc.title | Relação entre neuroinflamação e neurodegeneração na esclerose múltipla: uma revisão | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Fernando Machado Vilhena Dias | |
| local.description.resumo | A esclerose múltipla (EM), descrita por Charcot em 1868 é uma doença inflamatória desmielinizante do SNC, afentando 2,5 milhões de pessoas e todo o mundo. A hipótese atual sobre o evento central da doença é o envolvimento de linfócitos T auto-reativos, o que confere um caráter auto-imune à EM. Em vista da importância dos eventos inflamatórios e neurodegenerativos na doença surge a necessidade de investigá-los através do estudo da fisiologia da EM. Esse trabalho visou determinar o papel da inflamação na neurodegeneração que ocorre na doença. Para isso realizou-se uma revisão sistemática da literatura, buscando artigos científicos publicados no PubMed e utilizando-se os seguintes descritores: natural history, inflammation, neurodegeneration, pathophysiology, diagnosis, treatment e multiple sclerosis. Diversas linhas de evidência apoiam a teoria da resposta imune inflamatória contra auto-antígenos da mielina no SNC, porém há evidências da progressão da doença sem a presença de inflamação. Não há ainda um modelo experimental que evidencie o verdadeiro papel da inflamação na neurodegeneração e há evidências de que essa possa ser o evento desencadeador da doença. Diante disso torna-se fundamental o aprofundamento dos estudos da fisiopatologia da esclerose múltipla. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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