Topics in inhomogeneous Bernoulli percolation

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Tópicos em percolação de Bernoulli não-homogênea
Onderwerpen in inhomogene Bernoulli-percolatie

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Aernout van Enter
Marcelo Richard Hilário
Christian Hirsch
Tobias Müller
Maria Eulália Vares

Resumo

This thesis is an investigation of some mathematical aspects of inhomogeneous Bernoulli bond percolation in two different graphs $ \mathbb{G} = (\mathbb{V},\mathbb{E}) $. In each of them, we consider a decomposition $ \mathbb{E}' \cup \mathbb{E}'' $ of the relevant edge set $\mathbb{E}$ and, given $ p,q \in [0,1] $, we assign parameters $ p $ and $ q $ to the edges of $ \mathbb{E}' $ and $ \mathbb{E}'' $, respectively. In such formulation,one of the sets, say $ \mathbb{E}'' $, is regarded as the set of inhomogeneities. The first graph $\mathbb{G}=(\mathbb{V},\mathbb{E})$ we consider is the one induced by the cartesian product of an infinite and connected graph $G=(V,E)$ and the set of integers $\mathbb{Z}$. We choose an infinite collection $\mathcal{C}$ of finite connected subgraphs of $G$ and consider the Bernoulli bond percolation model on $\mathbb{G}$ which assigns probability $q$ of being open to each edge whose projection onto $G$ lies in some subgraph of $\mathcal{C}$ and probability $p$ to every other edge. Here, we focus our attention on the critical percolation threshold, $ p_{c}(q) $, defined as the supremum of the values of $ p $ for which percolation with parameters $ p,q $ does not occur. We show that the function $ q \mapsto p_{c}(q) $ is continuous in $(0,1)$, provided that the graphs in $\mathcal{C}$ are ``suffciciently spaced from each other'' on $G$ and their vertex sets have uniformly bounded cardinality. The second graph is the ordinary $ d $-dimensional hypercubic lattice, $ \mathbb{L}^{d} = ( \mathbb{Z}^{d},\mathbb{E}^{d} ) $, $ d \geq 3 $, where we define the inhomogeneous Bernoulli percolation model in which every edge inside the $ s $-dimensional subspace $ \mathbb{Z}^{s} \times \{ 0 \}^{d-s} $, $ 2 \leq s < d $, is open with probability $ q $ and every other edge is open with probability $ p $. Defining $ q_{c}(p) $ as the supremum of the values of $ q $ for which percolation with parameters $ p,q $ does not occur and letting $ p_{c} \in (0,1) $ be the threshold for homogeneous percolation on $ \mathbb{L}^{d} $, we prove two results: first, the uniqueness of the infinite cluster in the supercritical phase of parameters $ (p,q) $, whenever $ p \neq p_{c} $; second, we show that, for any $ p < p_{c} $, the critical point $ (p,q_{c}(p)) $ can be approximated by the critical points of slabs, in the spirit of the classical theorem of Grimmett and Marstrand for homogeneous percolation.

Abstract

Esta tese é uma investigação de alguns aspectos matemáticos de percolação de elos de Bernoulli não-homogênea em dois grafos $ \mathbb{G} = (\mathbb{V},\mathbb{E}) $ distintos; em cada um deles, consideramos uma decomposição $ \mathbb{E}' \cup \mathbb{E}'' $ do conjunto de elos $\mathbb{E}$ em questão e, dados $ p,q \in [0,1] $, atribuímos parâmetros $ p $ e $ q $ aos elos de $ \mathbb{E}' $ e $ \mathbb{E}'' $, respectivamente. Em tal formulação, um dos conjuntos, digamos $ \mathbb{E}'' $, é visto como o conjunto de inomogeneidades. O primeiro grafo $\mathbb{G}=(\mathbb{V},\mathbb{E})$ considerado é aquele induzido pelo produto cartesiano de um grafo infinito e conexo $G=(V,E)$ e o conjunto dos inteiros $\mathbb{Z}$. Escolhemos uma coleção infinita $\mathcal{C}$ de subgrafos finitos e conexos de $G$ e trabalhamos com o modelo de percolação de elos de Bernoulli em $\mathbb{G}$ que atribui probabilidade $q$ de estar aberto a cada elo cuja projeção em $G$ incide sobre algum subgrafo em $\mathcal{C}$, e probabilidade $p$ para os demais elos. Aqui, focamos nossa atenção no parâmetro crítico para percolação, $p_{c}(q)$, definido como o supremo dos valores de $ p $ para os quais percolação com parâmetros $ p,q $ não ocorre. Mostramos que a função $ q \mapsto p_{c}(q) $ é contínua em $(0,1)$, no caso em que os grafos de $\mathcal{C}$ estão ``suficientemente espaçados entre si'' em $G$ e seus conjuntos de vértices possuem cardinalidade uniformemente limitada. O segundo grafo é a usual rede hipercúbica $ d $-dimensional, $ \mathbb{L}^{d} = ( \mathbb{Z}^{d},\mathbb{E}^{d} ) $, $ d \geq 3 $, onde definimos o modelo de percolação de Bernoulli não-homogênea em que cada elo contido no subespaço $ s $-dimensional $ \mathbb{Z}^{s} \times \{ 0 \}^{d-s} $, $ 2 \leq s < d $, está aberto com probabilidade $ q $, e os demais elos estão abertos com probabilidade $ p $. Definindo $ q_{c}(p) $ como o supremo dos valores de $ q $ para os quais percolação com parâmetros $ p,q $ não ocorre e denotando o ponto crítico para percolação homogênea em $ \mathbb{L}^{d} $ por $ p_{c} \in (0,1) $, provamos dois resultados: primeiro, a unicidade do aglomerado infinito na fase supercrítica de parâmetros $ (p,q) $, para $ p \neq p_{c} $; segundo, mostramos que, para $ p < p_{c} $, o ponto crítico $ (p,q_{c}(p)) $ pode ser aproximado por pontos críticos de slabs, no espírito do clássico teorema de Grimmett e Marstrand para percolação homogênea.

Assunto

Matemática -- Teses., Mecânica estatística -- Teses., Percolação -- Teses.

Palavras-chave

Percolação não-homogênea, Unicidade, Curva crítica, Teorema de Grimmett-Marstrand

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