Validação da associação da variante rs114066381 (de origem africana e potencialmente reguladora) com obesidade em mulheres

dc.creatorGabriel Batista
dc.date.accessioned2026-02-24T15:50:04Z
dc.date.issued2024-05-14
dc.description.abstractObesity is a multifactorial disease with high national and global prevalence and there is an increase in cases in recent decades. BMI (Body Mass Index) is one of the most used ways to classify individuals and identify cases of the disease (BMI>30kg/m2) (WHO, 2000a), despite its limitations. In the context of mixed populations, such as Brazil, the admixture mapping technique is a promising alternative for identifying new genetic variants related to complex phenotypes, such as obesity, in comparison to traditional association studies. In this circumstance, Scliar et al. (2021) identified the rs114066381G>A variant positively associated with BMI in women of African ancestry. As this result was obtained from imputed data, which presents a degree of inherent uncertainty, this work aimed to evaluate the association of rs114066381 with BMI based on genotyping of women with obesity and undergoing treatment at the Hospital das Clínicas of the Federal University of Minas Gerais and at Hospital Santa Casa Belo Horizonte. The EPIGEN Bambuí and Pelotas cohorts, analyzed in Scliar et al. (2021), were used for comparison. Using Fisher's exact association test, we replicated the results of Scliar et al. (2021) using both the Pelotas cohort and the two cohorts in conjunction as a control with respective significant OR values (Odds Ratio) of 4.07 and 3.73. It was not possible to replicate the association in the Bambuí cohort, possibly due to a low sample size. Thus, the rs114066381 variant could be a new variant strongly related to obesity, requiring future functional studies that could reveal its possible functional mechanism.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1737
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectGenética Populacional
dc.subjectMiscigenação
dc.subjectObesidade
dc.subject.otherobesidade
dc.subject.othermapeamento por miscigenação
dc.subject.otherpopulações miscigenadas
dc.titleValidação da associação da variante rs114066381 (de origem africana e potencialmente reguladora) com obesidade em mulheres
dc.title.alternativeValidation of the association of the rs114066381 variant (of African origin and potentially regulatory) with obesity in women
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Hanaísa de Plá Sant’Anna
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8908313910232294
local.contributor.advisor1Eduardo Martín Tarazona Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6203097295718656
local.contributor.referee1Janaína de Oliveira Melo
local.contributor.referee1Maria Raquel Santos Carvalho
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6757189627390558
local.description.embargo2026-05-14
local.description.resumoA obesidade é uma doença de caráter multifatorial com grande prevalência nacional e mundial e têm apresentado aumento de casos nas últimas décadas. O IMC (Índice de Massa Corporal) é uma das formas mais usadas para classificação de indivíduos e identificação de casos da doença (IMC>30kg/m2) (OMS, 2000a), apesar de suas limitações. No contexto de populações miscigenadas, como a brasileira, a técnica de mapeamento por miscigenação se apresenta como uma alternativa promissora de identificação de novas variantes genéticas relacionadas a fenótipos complexos, como a obesidade, em relação aos estudos de associação tradicionais. Nesta conjuntura, Scliar et al. (2021) identificaram a variante rs114066381G>A associada positivamente com o IMC em mulheres de ancestralidade africana. Como este resultado foi obtido a partir de dados imputados, que apresentam grau de incerteza inerente, este trabalho teve como objetivo avaliar a associação de rs114066381 com o IMC a partir da genotipagem de mulheres com obesidade em tratamento no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e no Hospital Santa Casa Belo Horizonte. As coortes de Bambuí e Pelotas do EPIGEN, analisadas em Scliar et al. (2021), foram utilizadas para comparação. A partir de teste de associação exato de Fisher, replicamos o resultado de Scliar et al. (2021) utilizando a coorte de Pelotas e as duas coortes do EPIGEN em conjunto com valores significativos de RC (Razão de Chance) respectivos de 4,07 e 3,73. Não foi possível replicar a associação na coorte de Bambuí possivelmente por baixo tamanho amostral. Dessa forma, a variante rs114066381 pode ser uma nova variante fortemente relacionada à obesidade, sendo necessários futuros estudos funcionais que possam revelar seu possível mecanismo funcional.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Genética
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::GENETICA::GENETICA HUMANA E MEDICA

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