Constructing ourselves as moral agents
| dc.creator | Vitor Sommavilla de Souza Barros | |
| dc.date.accessioned | 2020-01-17T11:17:42Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:35:56Z | |
| dc.date.available | 2020-01-17T11:17:42Z | |
| dc.date.issued | 2019-10-18 | |
| dc.description.abstract | Esta tese é uma defesa do construtivismo metaético em sua variante humiana ou relativista. No primeiro capítulo, apresento o construtivismo metaético, em diálogo com a tradição e com seus principais expoentes contemporâneos. Em resposta a críticas de autores realistas tais como Enoch e Shafer-Landau, proponho modificações ao construtivismo de Street, culminando em uma defesa qualificada do construtivismo de matriz humiana. Em seguida, no capítulo 2, analiso a obra de dois construtivistas contemporâneos, Korsgaard e Dorsey, e concluo que suas posições não encontram respaldo argumentativo. Nos capítulos seguintes, aprofundo a reflexão sobre os fundamentos da teoria construtivista e suas consequências. No capítulo 3, discuto a noção de agente subjacente ao construtivismo metaético, adentrando dois recentes debates. Primeiro, no contexto de um debate entre H. Frankfurt , G. Watson e D. Velleman, proponho que o agente seja concebido como o conjunto coerente de seus valores. A adição do termo "coerente" à proposta de Watson almeja interromper o regresso a que está sujeita a proposta original de Frankfurt. Em segundo lugar, no mesmo capítulo, procuro oferecer uma solução compatível com o construtivismo relativista para o problema da "shmagency", tal como apresentado por D. Enoch. Em seguinda, no capítulo 4, lido com conhecidos contraexemplos à teoria em vista de sua aceitação do relativismo. Em particular, analiso o contraexemplo divisado por A. Gibbard do Calígula Idealmente Coerente. Recorrendo à filosofia da linguagem e da discordância, mostro como o construtivismo não tem problemas para lidar com casos como o do Calígula, em especial se associado ao contextualismo não-indexical. Finalmente, no capítulo 5, discuto o ideal do endosso reflexivo das razões para agir por parte do próprio agente. Contra uma tradição que remonta a Sócrates e que à primeira vista encontra respaldo no construtivismo, defendo condições estritas para quando determinado agente está justificado em questionar suas razões para agir por meio de um amplo processo de autoexame. | |
| dc.description.sponsorship | CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/31951 | |
| dc.language | eng | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | Filosofia | |
| dc.subject | Metaética | |
| dc.subject | Ação (Filosofia) | |
| dc.subject | Construtivismo (Filosofia) | |
| dc.subject.other | Constructivism | |
| dc.subject.other | Relativism | |
| dc.subject.other | Agent | |
| dc.subject.other | Reflection | |
| dc.subject.other | Practical reason | |
| dc.title | Constructing ourselves as moral agents | |
| dc.title.alternative | Construindo a nós mesmos como agentes morais | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Telma de Souza Birchal | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4689493748421012 | |
| local.contributor.referee1 | Rogério Antônio Lopes | |
| local.contributor.referee1 | Leonardo de Mello Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Alcino Eduardo Bonella | |
| local.contributor.referee1 | Evandro Barbosa | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/0042442835301079 | |
| local.description.resumo | This dissertation is a defence of metaethical constructivism in its Humean or relativist version. In the first chapter, I introduce constructivism in dialogue with tradition and its most prominent contemporary supporters. Responding to realist critics such as Enoch and Shafer-Landau, I suggest modifications to Street's constructivism. The upshot is a qualified defence of Humean constructivism. Next, in chapter 2, I engage with the work of two other contemporary constructivists, Korsgaard and Dorsey, and find their work wanting in argumentative support. In the subsequent chapters, I dive deeper into the foundations and consequences of the theory. In chapter 3, I reflect on the notion of agent that underlies metaethical constructivism. First, in the context of a dispute involving H. Frankfurt, G. Watson and D. Velleman, I propose that the agent be construed as the set of her coherent values, where "coherent" is meant to interrupt the regress faced by Frankfurt's original view. Secondly, I offer a solution compatible with relativist constructivism to the shmagency objection raised by D. Enoch. Then, in chapter 4 I tackle a famous counter-example, Gibbard's Ideally Coherent Caligula. Resorting to contemporary philosophy of language and disagreement, I show that constructivism deals nicely with cases such as that of the Caligula, especially if coupled with an acceptance of non-indexical contextualism. Finally, in chapter 5, I consider the ideal of reflective endorsement of practical reasons by the agent herself. Going against a tradition that goes back to Socrates and apparently resonates within constructivism, I argue for strict conditions for when an agent is justified in questioning her reasons for action via an ample process of self-examination. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Filosofia |