A Construção Épica na Amazônia no Poema Muhuraida, de Henrique João Wilkens

dc.creatorYurgel Pantoja Caldas
dc.date.accessioned2019-08-12T18:03:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:03Z
dc.date.available2019-08-12T18:03:45Z
dc.date.issued2007-03-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-6ZGG7V
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura brasileira Amazônia
dc.subjectLiteratura e história
dc.subjectPoesia épica brasileira
dc.subjectAmazonia na literatura
dc.subjectIndios Mura Poesia
dc.subjectWilkens, Henrique João Muhuraida, ou, O triunfo da fé, 1785 Crítica e interpretação
dc.subject.othertexto ficcional
dc.subject.othertradição literária brasileira
dc.subject.otherpoemas épicos
dc.titleA Construção Épica na Amazônia no Poema Muhuraida, de Henrique João Wilkens
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Antonieta Pereira
local.contributor.referee1Alcir Pecora
local.contributor.referee1Gunther Karl Pressler
local.contributor.referee1Tereza Virginia R Barbosa
local.contributor.referee1Maria Ines de Almeida
local.description.resumoPartindo da leitura dos poemas épicos da segunda metade do século XVIII - O Uraguay (1769), de José Basílio da Gama, e Caramuru (1781), de Santa Rita Durão -, este trabalho busca a inserção do épico Muhuraida (1785), de Henrique João Wilkens, na tradição literária brasileira como texto fundador da literatura amazônica. Utilizando elementos da força político-administrativa das capitanias do Norte do Brasil e da presença poderosa das ordens religiosas na Amazônia, Muhuraida instaura-se com particular interesse para a formação cultural daquela região, marcada por um movimento constante de contradições a ambigüidades, próprio do texto ficcional de Wilkens. Ao contribuir para que a obra épica de Henrique João Wilkens seja inserida na nossa tradição literária, este trabalho também se ocupa em articular os signos que circulam sob a forma de elementos estético-literários, histórico-geográficos e político-ideológicos presentes tanto na narrativa de Muhuraida quanto na pretensa objetividade da correspondência oficial, entre os séculos XVIII e XIX, envolvendo o próprio Wilkens e outros atores do extermínio dos índios Mura. A percepção dos diálogos entre ficção e História, que o poema de Wilkens evoca, também auxilia no entendimento da construção ideológica do colonizador sobre o índio, tido e havido como encarnação do Mal e do atraso econômico da região.
local.publisher.initialsUFMG

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