Comparação de testes diagnósticos para detecção de Anemia infecciosa equina

dc.creatorJamile Dias
dc.date.accessioned2025-10-15T14:50:27Z
dc.date.accessioned2025-12-03T13:22:22Z
dc.date.available2025-10-15T14:50:27Z
dc.date.issued2025-04-23
dc.description.abstractEquine infectious anemia (EIA) is one of the main veterinary diseases affecting equids in Brazil and is subject to mandatory reporting according to the Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Between 2000 and 2023, approximately 145,000 cases were reported, and this number may still be significantly lower than the actual cases in the country. Caused by the Equine infectious anemia virus (EIAV), this disease has no vaccine or specific treatment. The primary method of control involves early diagnosis, followed by the euthanasia of positive animals.The aim of this study was to standardize an ELISA test using the recombinant viral capsid protein (p26) both for plate sensitization and as a conjugate for the recognition of specific antibodies against p26, thereby improving the specificity of the assay. The study demonstrated that the new ELISA test had an excellent capacity to differentiate positive and negative samples, with minimal nonspecific reactions and no indeterminate results. Positive and negative samples from the IDGA test were used to compare the results obtained with the new test, which showed impressive outcomes with 100% specificity and 84% sensitivity. The p26 conjugate demonstrated high stability in accelerated shelf-life tests, showing both stability and durability. Furthermore, the test overcame some limitations of the gold standard for this disease (IDGA), providing low subjectivity in result analysis and significantly reducing the diagnostic time to about 2 hours, with the capacity to process up to 90 samples simultaneously on the same plate. With an approximately 32% gain in sensitivity, while maintaining the specificity of the IDGA, a strong correlation between the developed test and the conventional ELISA gp90 test was observed. Therefore, the assay shows promise for more efficient differentiation of positive and negative samples, eliminating indeterminate results, which contributes to greater data reliability
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85326
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectAnemia Infecciosa Equina
dc.subjectEnsaio de Imunoadsorção Enzimática
dc.subjectProteínas Recombinantes
dc.subject.otherAnemia infecciosa equina
dc.subject.otherPadronização
dc.subject.otherELISA
dc.subject.otherp26
dc.titleComparação de testes diagnósticos para detecção de Anemia infecciosa equina
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Erna Geessien Kroon
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0218004426204544
local.contributor.referee1Giliane de Souza Trindade
local.contributor.referee1Bruno Marques Teixeira
local.contributor.referee1Jônatas Santos Abrahão
local.contributor.referee1Grazielle Pereira Oliveira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3743416365072429
local.description.embargo2027-04-23
local.description.resumoAnemia infecciosa equina (AIE) é uma das principais doenças veterinárias que afeta equídeos no Brasil, com notificação obrigatória ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Entre 2000 e 2023, foram registrados aproximadamente 145.000 casos, sendo que esse número pode estar significativamente abaixo da realidade, uma vez que muitos casos podem não ser notificados. Causada pelo Vírus da anemia infecciosa equina (EAIV), essa doença não possui vacina ou tratamento específico. O principal método controle é o diagnóstico precoce, seguido da eutanásia dos animais positivos. O objetivo deste estudo foi a padronização de um teste de ELISA, utilizando a proteína recombinante do capsídeo viral (p26) tanto na sensibilização das placas quanto como conjugado para reconhecimento dos anticorpos específicos contra p26, com intuito de melhorar a especificidade do ensaio. O estudo demonstrou que o novo teste ELISA apresentou excelente capacidade de diferenciar amostras positivas e negativas, com mínima reação inespecífica e ausência de resultados indeterminados. Amostras positivas e negativas no teste de IDGA foram usadas para comparar com os resultados obtidos no novo teste, que gerou resultados de 100% de especificidade e 84% de sensibilidade. O conjugado p26 apresentou alta estabilidade nos testes de vida acelerada, evidenciando sua durabilidade. Além disso, o teste superou algumas limitações do padrão ouro (IDGA) para essa doença, proporcionando baixa subjetividade nas análises dos resultados e reduzindo significativamente o tempo de diagnóstico para cerca de 2 horas. Ademais, o teste tem capacidade de processar até 90 amostras simultaneamente em unicata em uma mesma placa. Com um aumento de aproximadamente 32% na sensibilidade, mantendo a especificidade do IDGA, observou-se uma forte correlação entre o teste desenvolvido e o teste de ELISA gp90. Portanto, o ensaio se mostra promissor para uma distinção mais eficiente entre amostras positivas e negativas, além eliminar os resultados indeterminados, o que contribui para uma maior confiabilidade dos dados.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia

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