Elementos trágicos em Guimarães Rosa
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Wilberth Claython Ferreira Salgueiro
Jacyntho Jose Lins Brandao
Lucia Castello Branco
Fabíola Simão Padilha Trefzger
Jacyntho Jose Lins Brandao
Lucia Castello Branco
Fabíola Simão Padilha Trefzger
Resumo
João Guimarães Rosa deixa à mostra , em seus textos, uma peculiar maneira de abordar a vida. A paradoxal imagem exposta na frase de Riobaldo - "tudo é não é" - resume o risco de trafegar no mundo. Não obstante, Rosa convida o leitor para se precipitar em seus abismos. O caminho por ele construído ressalta, como os pensadores do trágico, o impasse existente entre cultura e natureza. É nesse intervalo que a linguagem se apresenta como aquilo que liga o homem ao mundo, mas que também designa a sua separação. No sertão rosiano, o homem se descobre em seu destino de/na linguagem, que, por sua vez, é revelada como o topos no qual habita o trágico.
Abstract
Assunto
Tragédia, O trágico, Rosa, Joao Guimarães, 1908-1967 Linguagem, Rosa, João Guimarães, 1908-1967 Crítica e interpretação
Palavras-chave
cultura e natureza, pensadores do trágico, sertão rosiano