Elementos trágicos em Guimarães Rosa

dc.creatorLuiz Romero de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-12T03:44:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:16Z
dc.date.available2019-08-12T03:44:52Z
dc.date.issued2007-11-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-79JHXS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTragédia
dc.subjectO trágico
dc.subjectRosa, Joao Guimarães, 1908-1967 Linguagem
dc.subjectRosa, João Guimarães, 1908-1967 Crítica e interpretação
dc.subject.othercultura e natureza
dc.subject.otherpensadores do trágico
dc.subject.othersertão rosiano
dc.titleElementos trágicos em Guimarães Rosa
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ruth Junqueira Silviano Brandao
local.contributor.referee1Wilberth Claython Ferreira Salgueiro
local.contributor.referee1Jacyntho Jose Lins Brandao
local.contributor.referee1Lucia Castello Branco
local.contributor.referee1Fabíola Simão Padilha Trefzger
local.description.resumoJoão Guimarães Rosa deixa à mostra , em seus textos, uma peculiar maneira de abordar a vida. A paradoxal imagem exposta na frase de Riobaldo - "tudo é não é" - resume o risco de trafegar no mundo. Não obstante, Rosa convida o leitor para se precipitar em seus abismos. O caminho por ele construído ressalta, como os pensadores do trágico, o impasse existente entre cultura e natureza. É nesse intervalo que a linguagem se apresenta como aquilo que liga o homem ao mundo, mas que também designa a sua separação. No sertão rosiano, o homem se descobre em seu destino de/na linguagem, que, por sua vez, é revelada como o topos no qual habita o trágico.
local.publisher.initialsUFMG

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