Gênero, sexualidade e educação infantil na Rede Municipal de Belo Horizonte: Desafios E Perspectiva

dc.creatorEvando Reis Guimarães
dc.date.accessioned2019-08-12T13:28:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:19Z
dc.date.available2019-08-12T13:28:19Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADRM4F
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação em enfermagem
dc.subjectCapacitação de recursos humanos em saúde
dc.subject.otherEducação Infantil
dc.subject.otherSexualidade
dc.subject.otherGênero
dc.titleGênero, sexualidade e educação infantil na Rede Municipal de Belo Horizonte: Desafios E Perspectiva
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ana Amelia de Paula Laborne
local.contributor.referee1Shirley Aparecida de Miranda
local.description.resumoEste trabalho pretendeu discutir as situações relacionadas ao de gênero e à sexualidade na educação infantil, em uma Unidade Municipal de Educação Infantil UMEI, da região nordeste de Belo Horizonte. Buscou compreender como são mediados os padrões de pensamento e comportamento das crianças em relação às formas de se perceberem meninos e meninas e nas maneiras como expressam seus desejos e prazeres. Investigou os discursos que constroem ou reforçam nas crianças padrões de pensamento que as levam ter ações de discriminação negativa em relação ao gênero e à sexualidade e como tais padrões podem ser ressignificados. Este trabalho buscou também compreender como o currículo da UMEI interfere na construção da identidade de gênero e na expressão da sexualidade das crianças. A metodologia utilizada foi observação de práticas pedagógicas desenvolvidas pelas Professoras com as crianças, observação de como os espaços e objetos são organizados e utilizados e observação da mediação das Professoras com as crianças, a partir de situações apresentadas por estas em relação ao gênero e/ou à sexualidade. Foi realizada também uma entrevista com a Coordenadora Pedagógica e a Vice-diretora como forma de ampliar as percepções de como as questões de gênero e sexualidade são tratadas com as crianças. A análise das observações e da entrevista teve como referência os estudos pós-estruturalistas sobre gênero e sexualidade. Além de intervenções pontuais, a pesquisa de campo apontou a necessidade de uma formação sistemática com as Professoras, Coordenadora Pedagógica e Vice-diretora. Mostro ao longo deste trabalho que na UMEI pesquisada, por ser uma instituição social, há relações de poder, mediadas por uma política, que constrói discursos verbais e não verbais que ora reforçam, ora questionam e ressignificam normas sexistas e hereronormativas. Mostro como, mesmo não havendo documentos curriculares norteadores das mediações em relação aos papéis sociais de meninos/homens e meninas/mulheres, há na instituição um currículo que utiliza práticas variadas para manter o controle sobre os corpos e sobre as expressões da sexualidade das crianças, influenciando a construção de suas identidades. Por fim, mostra como os estudos em sala e o trabalho de campo se tornou um processo de autoanáliseconscientização e transformação de padrões internos de pensamento e comportamento do pesquisador
local.publisher.initialsUFMG

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