Deposição de DNA no fígado como um mecanismo acessório para o controle da infecção sistêmica

dc.creatorRafaela Vaz Sousa Pereira
dc.date.accessioned2020-01-28T12:07:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:16Z
dc.date.available2020-01-28T12:07:15Z
dc.date.issued2016-03-15
dc.description.abstractThe liver is essential for maintaining body homeostasis. Among its various physiological functions, the liver plays an important role in detection and removal of pathogens from the circulation, being a major organ in the host / microbiota interaction. The liver macrophages (Kupffer cells) play a key role in the capture of circulating pathogens, but there should be accessory mechanisms acting in emergency situations such as systemic infection. In this context, DNA is known to be a molecule with antimicrobial activity, and this function has been evolutionarily conserved and retained in several species. Considering this, our goal was to determine whether a systemic infection could induce the release of DNA in the liver and to determine the consequences of intrahepatic DNA deposition during infection. As expected, we demonstrated there is a widespread DNA deposition within the liver during polymicrobial sepsis, which progressed through the course of infection. Our data indicates that such accumulated DNA was not derived from neutrophils (NETS) or from necrotic hepatocytes, since we did not observe hepatocyte death during sepsis. Enzymatic removal of DNA during disease caused a significant increase in bacteremia at late timepoints of infection, however, no influence on the inflammatory response was observed. Taken together, our data demonstrate there is deposition of DNA in the liver during sepsis, possibly deriving from viable hepatocytes, which could be acting as an additional mechanism for controlling bacterial spread during systemic infection.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32266
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectBiologia celular
dc.subjectFígado
dc.subjectControle de Infecções
dc.subjectDNA
dc.subject.otherBiologia Celular
dc.titleDeposição de DNA no fígado como um mecanismo acessório para o controle da infecção sistêmica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Gustavo Batista de Menezes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9202540411518668
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5681504633346251
local.description.resumoO fígado é essencial para a manutenção da homeostase corporal. Dentre suas diversas funções fisiológicas, ele exerce papel importante na detecção e remoção de patógenos da circulação, sendo um órgão-chave na relação hospedeiro/microbiota. Os macrófagos hepáticos (Células de Kupffer) exercem um papel fundamental na captura de patógenos circulantes, porém mecanismos acessórios devem existir especialmente em situações onde há uma demanda emergencial devido à uma infecção sistêmica. Neste contexto, o DNA é conhecido por ser uma molécula com potencial antimicrobiano, função que foi conservada ao longo da evolução e existe em inúmeras espécies. Considerando isso, nosso objetivo foi determinar se um contexto infeccioso generalizado poderia induzir a liberação de DNA no fígado, e qual seria o papel da liberação intrahepática de DNA no curso da infecção. De fato, demonstramos que durante a sepse polimicrobiana induzida por ligadura e perfuração cecal há deposição de DNA extracelular no fígado de maneira generalizada, que progride com o curso da infecção. O DNA acumulado no fígado parece não ser derivado de neutrófilos (NETs) ou diretamente de hepatócitos em necrose, já que não observamos morte celular durante a sepse. A remoção enzimática do DNA durante a doença causou um aumento significativo na bacteremia em tempos tardios de infecção, apesar de não ter alterado a resposta inflamatória dos animais. Em conjunto, nossos dados demonstram que a deposição de DNA no fígado durante a sepse, possivelmente exercida ativamente por hepatócitos viáveis, pode ser um mecanismo acessório para controle da bacteremia durante a infecção sistêmica
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Celular

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