Rompimento de barragens em Mariana e Brumadinho - MG: desastres como meio de apropriação de territórios por mineradoras

dc.creatorKlemens Augustinus Laschefski
dc.date.accessioned2021-09-04T21:16:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:15Z
dc.date.available2021-09-04T21:16:39Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThe rupture of two dams in Mariana (MG), 2015, and Brumadinho (MG), 2019, cost hundreds of lives and destroyed most of the Rio Doce and Paraopeba basins. These events are the climax of the disasters that began with environmental licensing and continued with the inefficient management of damage repair, causing even more social suffering. After the disasters, public institutions did not strengthen the regulatory framework but accelerated its flexibilization. As a result, mining companies are able to introduce the culture of neocoronelism into governance systems. In this way, companies have not only strengthened their interests in the face of victims' demands, but also the territorial control in areas affected by disasters through "hidden land grabbing".
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37911
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAnais do XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação em Geografia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragens de rejeitos
dc.subjectCalamidades públicas
dc.subjectMinas e recursos minerais – Minas Gerais
dc.subjectLicenças ambientais – Minas Gerais
dc.subjectIndenização
dc.subject.otherBarragem de rejeito
dc.subject.otherDesastre
dc.subject.otherAcumulação por espoliação
dc.subject.otherMineração
dc.subject.otherLicenciamento ambiental
dc.subject.otherReparação de danos
dc.titleRompimento de barragens em Mariana e Brumadinho - MG: desastres como meio de apropriação de territórios por mineradoras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue13
local.description.resumoA ruptura de duas barragens em Mariana (MG), 2015, e Brumadinho (MG), 2019, custou centenas de vidas e destruiu a maior parte das bacias do Rio Doce e do Paraopeba. Esses eventos são o auge dos desastres que começaram com o licenciamento ambiental e continuaram com a gestão ineficiente da reparação de danos, causando ainda mais sofrimento social. Após os desastres, as instituições públicas não fortaleceram o marco regulatório, mas aceleraram sua flexibilização. Como resultado, as empresas de mineração são capazes de introduzir a cultura do neocoronelismo nos sistemas de governança. Dessa forma, as empresas não somente fortaleceram seus interesses frente às demandas das vítimas, mas também o controle territorial em áreas afetadas por desastres por meio de "grilagem oculta de terras".
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-3439-084X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.enanpege.ggf.br/2019/resources/anais/8/1562782907_ARQUIVO_ENANPEGEANAISKlemensLaschefski.pdf

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