Letramento e literacia: disputas discursivas na Política Nacional de Alfabetização e na produção acadêmica brasileira

dc.creatorMaria Carolina da Silva Caldeira
dc.date.accessioned2024-10-23T23:44:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:43:51Z
dc.date.available2024-10-23T23:44:57Z
dc.date.issued2023
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2763-8588
dc.identifier.sici1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77618
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Brasileiro de Alfabetização
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlfabetização
dc.subjectLetramento
dc.subjectCurrículos
dc.subject.otherAlfabetização
dc.subject.otherLetramento
dc.subject.otherLiteracia
dc.subject.otherPolíticas curriculares
dc.titleLetramento e literacia: disputas discursivas na Política Nacional de Alfabetização e na produção acadêmica brasileira
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage9
local.citation.issue6
local.citation.spage1
local.description.resumoAo longo dos últimos anos, o conceito de letramento se consolidou na produção acadêmica e passou a compor diferentes políticas curriculares voltadas aos anos iniciais do ensino fundamental, como os PCN, as DCN e a BNCC. Nesse contexto, a alfabetização é compreendida como intrinsecamente relacionada ao letramento, ou seja, a aquisição da tecnologia da escrita e da leitura se articula diretamente aos usos sociais que se faz delas (SOARES, 2003). Contudo, uma ruptura se estabeleceu em 2019, com a promulgação da Política Nacional de Alfabetização (PNA). Essa política desconsiderou a existência do conceito de letramento, substituindo-o por literacia, sob a justificativa de que esse é o termo adotado internacionalmente. Além disso, estabeleceu que o 1º ano deve focar prioritariamente na alfabetização, com práticas de “pré-alfabetização” desde a educação infantil, deixando a leitura e produção de textos para outros anos da escolarização. Com base em perspectivas pós-estruturalistas, este trabalho argumenta que a opção da PNA pelo uso de literacia é uma evidência de um processo de colonização da alfabetização, tanto no sentido de uma submissão aos princípios estabelecidos em nações europeias e da América do Norte, como na direção de um controle de docentes e crianças no processo de alfabetização. Para compreender o modo como a literacia é acionada para promover essa colonização, elementos da análise de discurso de inspiração foucaultiana foram utilizados, para analisar o texto da PNA, o caderno da PNA e o Relatório de Programas e Ações da Secretaria de Alfabetização (2019-2022).
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0668-1989
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://eventos.udesc.br/ocs/index.php/V_CBA/viconbalf/schedConf/presentations

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