A representação do índio como símbolo da identidade nacional no romantismo brasileiro: articulações entre as obras homônimas de Gonçalves Dias, Rodolfo Amoedo e Francisco Braga, Marabá
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Oiliam Jose Lanna
Ana Claudia de Assis
Thais Flores Nogueira Diniz
Wanda de Paula Tofani
Ana Claudia de Assis
Thais Flores Nogueira Diniz
Wanda de Paula Tofani
Resumo
O objetivo do presente trabalho é investigar a vertente indianista, do Romantismo brasileiro, sobretudo em relação à maneira como a representação do índio na arte do século XIX contribuiu para a construção da identidade nacional. Como objeto específico, escolhemos a obra Marabá, por ser considerada a primeira obra homônima realizada dentro do meu campo de interesse, na literatura, Marabá (1849) de Gonçalves Dias, na pintura, Marabá (1882), de Rodolfo Amoedo e na música, Marabá (1897), de Francisco Braga. A análise, aqui realizada, se pautou na hipótese de que essas obras inseridas no pensamento do desajuste entre o modelo e a cópia apresentam inovações e de certa forma reconstroem a tradição através da representação e da busca de uma identidade nacional. Diante do citado, defendemos que, a imagem do índio gerada pelas obras homônimas marca e questiona tanto indianismo, a mestiçagem e a necessidade do aval europeu para a sua aceitação e a de seus autores, em território nacional.
Abstract
Assunto
Indios da America do Sul Brasil Arte, Brasil Civilização Influências indígenas, Arte brasileira Séc XIX, Indianismo (Literatura)
Palavras-chave
Artes