Ocupa UFMG 2016 : a experiência da ocupação estudantil e a construção de sentidos da docência
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Maria José Batista Pinto Flores
Fernando Conde Veiga
Fernando Conde Veiga
Resumo
Além de um espaço de luta e ação social orientada para inserção na macropolítica brasileira, as
ocupações estudantis de 2016 provocaram a criação de tempos e espaços outros para as
instituições de educação, gerando impactos na formação de saberes sobre educação e política
naqueles que participaram deste movimento. De maneira especial, temos a participação dos
estudantes de licenciaturas, que, em seus processos de formação docente, se inseriram e
construíram as ocupações. Por essa razão, é possível concebê-las como espaços alternativos de
formação docente, uma vez que trouxeram impactos nas subjetividades dos sujeitos dos
professores que ocuparam a Universidade, orientadas na produção de práticas, metodologias e
currículos que politizaram a educação e transformaram as diferentes significações que traziam
sobre a docência. Essa dissertação buscou mapear as subjetividades a partir da identificação
dos sentidos de docência apreendidos pelos professores e professoras, que participaram das
ocupações da UFMG enquanto licenciandos. A metodologia utilizada para a construção da
pesquisa foi a entrevista semiestruturada e os núcleos de significação. A partir disso, verificou
que as ocupações trouxeram impactos na concepção de docência dos professores, de forma
especial, em relação à política, ao trabalho com as juventudes e a constituição de uma humana
docência.
Abstract
Assunto
Educação, Professores - Formação, Movimentos estudantis, Movimentos sociais, Estudantes universitários - Atividades políticas
Palavras-chave
Ocupações-estudantis, Sentidos da docência, Formação de professores, Educação e movimentos sociais