Ei,polícia, a praia é uma delícia!: rastros de sentidos nas conexões da Praia da Estação

dc.creatorCarolina Abreu Albuquerque
dc.date.accessioned2019-08-11T06:36:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:22Z
dc.date.available2019-08-11T06:36:20Z
dc.date.issued2013-04-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAFI-9FBN8Y
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunicação
dc.subjectComunicação de massa
dc.subject.otherRede
dc.subject.otherControvérsias
dc.subject.otherPraia da Estação
dc.subject.otherCartografia
dc.subject.otherAgenciamento
dc.subject.otherDispositivo
dc.titleEi,polícia, a praia é uma delícia!: rastros de sentidos nas conexões da Praia da Estação
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Geane Carvalho Alzamora
local.contributor.referee1Angela Cristina Salgueiro Marques
local.contributor.referee1Eduardo Antonio de Jesus
local.description.resumoEsta dissertação busca investigar o modo como se delineia reticularmente a configuração sociopolítica da Praia da Estação, fenômeno de contestação criado em 2010 que passou a ocupar a Praça da Estação (localizada no hipercentro de Belo-Horizonte), transformando o espaço em uma Praia como forma de contestar um decreto da prefeitura que proibiu a realização de eventos de qualquer natureza no local. A pesquisa partiu da definição de uma textualidade que atravessa os registros encontrados em três ambientes midiáticos distintos e interligados: o blog, a lista de e-mails e o perfil no Twitter criados para a Praia. Buscando trabalhar com a instabilidade inerente a esse terreno, foi desenvolvida uma cartografia das conexões, abordagem metodológica que articula o método cartográfico, tal como sugerido por Deleuze e Guattari (1995) e sistematizado por Passos, Kastrup e Escóssia (2010) às noções de rede e controvérsia elaborada por Latour (2012). Por meio da identificação de controvérsias, articuladas pelos operadores dispositivo e agenciamento, o trabalho buscou perceber como o emaranhado de sentidos que caracteriza a Praia da Estação é atravessado por linhas, transformações e deslocamentos, fazendo emergir conexões que, embora efêmeras, circunstanciais e permanentemente negociadas, dão pistas da tessitura da configuração sociopolítica do fenômeno.
local.publisher.initialsUFMG

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