Entre Borges e Benjamin : o elogio da tradução na "Medeia" de Eurípides
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Tereza Virginia R Barbosa
Lyslei de Souza Nascimento
Audemaro Taranto Goulart
Amauri Carlos Ferreira
Lyslei de Souza Nascimento
Audemaro Taranto Goulart
Amauri Carlos Ferreira
Resumo
O trabalho consiste na análise da 'Medeia' de Eurípides a partir dos conceitos de tradução e de literatura comparada. Tomando como ponto de partida a concepção de Jorge Luis Borges acerca da tradução, para a qual traduzir é uma forma de ampliar o conhecimento do objeto, e a concepção sobre a relação entre original e tradução em Walter Benjamin, a qual afirma que o original demanda traduções, procuramos demonstrar a hipótese de que é possível ampliar o conhecimento sobre a 'Medeia', utilizando traduções. O percurso, guiado pela noção de tradução, toma a 'Medeia' escolhida por Eurípides como uma versão do mito destinada a ser cena, destinação levada a cabo pelo prólogo, na medida em que ele é tomado como informação cênica. Na análise, o primado do original representado, na peça, pela protagonista desaparece na medida em que no expediente analítico não foi encontrado senão versões de 'Medeia'. O resultado da investigação consiste, assim, em um elogio da tradução. Não há original. Tudo é tradução
Abstract
Assunto
Benjamin, Walter, 1892-1940 Crítica e interpretação, Literatura comparada, Eurípides Medéia Crítica e interpretação, Tradução e interpretação, Borges, Jorge Luís, 1899-1986 Crítica e interpretação
Palavras-chave
tradução, Medeia, literatura comparada