Determinantes da estrutura de capital: um estudo sobre empresas mineiras de capital fechado

dc.creatorEwerton Alex Avelar
dc.creatorJoyce Mariella Medeiros Cavalcanti
dc.creatorHelen Rose Pereira
dc.creatorTerence Machado Boina
dc.date.accessioned2022-06-13T13:45:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:46Z
dc.date.available2022-06-13T13:45:24Z
dc.date.issued2016-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42443
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso ANPCONT 2016
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectEmpresas - Minas Gerais
dc.subject.otherEstrutura de capital
dc.subject.otherDeterminantes
dc.subject.otherEmpresas Mineiras
dc.subject.otherCapital Fechado
dc.titleDeterminantes da estrutura de capital: um estudo sobre empresas mineiras de capital fechado
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue10
local.description.resumoEste artigo apresenta os resultados de uma pesquisa que visou analisar as variáveis determinantes da estrutura de capital de empresas mineiras de capital fechado no período de 2011 a 2014. Tal pesquisa, que pode ser classificada como causal e com enfoque quantitativo, foi desenvolvida a partir de dados secundários de 126 empresas mineiras de capital fechado pertencentes a 17 diferentes setores de atividade econômica. Foram coletados especialmente dados financeiros provenientes das demonstrações financeiras publicadas pelas empresas no Diário Oficial do Estado (Imprensa Oficial de Minas Gerais), assim como dados sobre suas operações principais e sua localização junto ao site da Receita Federal. Para a análise dos dados, empregou-se a estatística descritiva e a análise de regressão com dados em painel de efeitos aleatórios. No que tange a esta última técnica, foram estimados três modelos distintos, cuja principal diferença residiu na forma como o endividamento, proxy para estrutura de capital, foi calculado: (1) em termo totais; (2) curto prazo; e (3) longo prazo. Para as variáveis independentes, sete proxies dos determinantes da estrutura de capital foram empregadas. A análise dos três modelos estimados apontaram que os determinantes da estrutura de capital seguiram as orientações teóricas do trade-off ou da pecking order, de modo que se pode dizer que ambas coexistem para explicar as variações do endividamento nas empresas investigadas durante o período analisado. Ademais, as proxies que mais apresentaram consistência estatística nas três estimações realizadas foram o porte da empresa e a tangibilidade de ativos. Por outro lado os escudos fiscais demonstraram não serem proxies relevantes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://congressos.anpcont.org.br/x/anais/artigo/mfc-353-determinantes-da-estrutura-de-capital-um-estudo-sobre-empresas-mineiras-de-capital-fechado

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