Desvio Portossitemico extra-hepático congênitos em cão corrigido com anel ameróide – relato de caso
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Membros da banca
Profª Dra. Patricia Colleto
Msc Renato Dornas de Oliveira Pereira
Msc Renato Dornas de Oliveira Pereira
Resumo
Um desvio portossistêmico é uma comunicação anormal entre o sistema venoso portal
e a circulação sistêmica. Esse desvio permite que potenciais toxinas provenientes do trato
gastrointestinal, principalmente a amônia, causem alterações sistêmicas relacionadas
principalmente ao sistema digestivo, nervoso central e urinário, além de impedir a chegada de
fatores hepatotróficos provenientes do sangue portal no fígado, causando subdesenvolvimento
deste órgão. O desvio possui diferentes classificações, sendo os principais tipos os desvios
portossistêmico congênitos extra-hepáticos ou intra-hepáticos, assim como os múltiplos
desvios adquiridos. Essa afecção ocorre principalmente em cães de pequeno porte e os sinais
clínicos surgem com maior frequência ainda nos primeiros anos de vida. O diagnóstico é
baseado nos sinais clínicos, alterações laboratoriais e exames de imagem. O tratamento pode
ser conservador ou cirúrgico, sendo que este último promove maiores benefícios para o
animal em longo prazo. Este trabalho tem como objetivo a revisão da fisiopatologia,
etiopatogenia, sinais clínicos, diagnóstico e possíveis formas de tratamento, assim como
relatar um caso de desvio portossistêmico extra-hepático congênito em cão.
Abstract
A portosystemic shunt is an abnormal communication between the portal venous system and
the systemic circulation. This deviation allows potential toxins from the gastrointestinal tract,
mainly ammonia, to cause systemic changes related mainly to the digestive, central nervous
and urinary systems, in addition to preventing the arrival of hepatotrophic factors from the
portal blood in the liver, causing underdevelopment of this organ. The shunt has different
classifications, the main types being extrahepatic or intrahepatic congenital portosystemic
shunts, as well as multiple acquired shunts. This condition occurs mainly in small dogs and
clinical signs appear more frequently in the first years of life. The diagnosis is based on
clinical signs, laboratory changes and imaging tests. Treatment can be conservative or
surgical, the latter promoting greater benefits for the animal in the long term. This study aims
to review the pathophysiology, etiopathogenesis, clinical signs, diagnosis and possible forms
of treatment, as well as to report a case of congenital extrahepatic portosystemic shunt in a
dog.
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Cão, Veterinária
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