Diferenças nas características clínicas e complementares de apêndices normais e inflamados com diagnóstico de apendicite.

dc.creatorPedro Luiz do Nascimento Júnior
dc.creatorAndy Petroianu
dc.creatorCarlos Teixeira Brandt
dc.date.accessioned2021-05-25T17:32:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:11Z
dc.date.available2021-05-25T17:32:26Z
dc.date.issued2020-11-30
dc.description.abstractINTRODUCTION: Despite the great advances in diagnostic methods, the incidence of removal of a morphologically normal appendix in patients with clinical and complementary signs of acute appendicitis continues to exceed 20%. OBJECTIVE: To compare the clinical, laboratory, and ultrasound findings of inflammatory and noninflammatory appendiceal conditions diagnosed as acute appendicitis. METHOD: The medical records of a total of 208 patients with clinical, laboratory, and ultrasound findings indicative of acute appendicitis were studied. The patients were divided into two groups: group 1 comprising 94 patients whose histological results suggest a normal appendix and group 2 comprising 114 patients with histopathological tests confirming acute appendicitis. The analyzed variables were age at the time of surgery, sex, nausea and vomiting, inappetence, fever, pain migrating to the right iliac fossa, pain on palpation of the right iliac fossa, Blumberg’s sign, blood counts, ultrasound findings, and Alvarado score. RESULTS: The inflamed appendices were associated with inappetence, pain on palpation of the right iliac fossa, appendiceal diameter > 6 mm, and Alvarado score > 6 (p < 0.001). In contrast, fever was more frequently found in noninflammatory appendiceal conditions (p < 0.001). CONCLUSION: Inappetence, pain on palpation of the right iliac fossa, appendiceal diameter > 6 mm, and Alvarado score > 6 indicate an inflammatory appendiceal disease, whereas fever is more often present in noninflammatory appendiceal diseases.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36096
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectApendicite
dc.subjectApendicectomia
dc.subjectApêndice
dc.subjectDiagnóstico
dc.subjectTerapêutica
dc.subjectDor
dc.subjectIncidência
dc.subjectUltrassonografia
dc.subject.otherApendicite aguda
dc.subject.otherApendicite não inflamatória
dc.subject.otherApendicectomia
dc.subject.otherApêndice cecal
dc.subject.otherDiagnóstico
dc.subject.otherTratamento
dc.titleDiferenças nas características clínicas e complementares de apêndices normais e inflamados com diagnóstico de apendicite.
dc.title.alternativeDifferences between inflamed and noninflamed appendices diagnoses as acute appendicitis.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1http://lattes.cnpq.br/4540675807816003
local.contributor.advisor1Andy Petroianu
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2994208795860340
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3640986430203279
local.description.resumoINTRODUÇÃO: Apesar do grande avanço nos meios diagnósticos, a incidência de apêndices morfologicamente normais retirados de pacientes com manifestações clínicas e complementares de apendicite aguda continua superando os 20%. OBJETIVO: Comparar as manifestações clínicas, laboratoriais e ultrassonográficas de apendicopatias inflamatórias e não inflamatórias com diagnóstico de apendicite aguda. MÉTODO: Foram estudados 208 prontuários de pacientes com quadro clínico laboratorial e ultrassonográfico indicativo de apendicite agudo e distribuído em dois grupos: grupo 1 - 94 pacientes, cujo resultado anatomopatológico foi de apêndice normal, grupo 2 - 114 pacientes com exames histopatológicos que confirmaram a apendicite aguda. As variáveis estudadas foram: idade do paciente à época da operação, sexo, náuseas e vômitos, hiporexia, febre, dor que migrou para fossa ilíaca direita, dor à palpação em fossa ilíaca direita, sinal de Blumberg, hemograma, ultrassonografia e escore de Alvarado. RESULTADOS: Os apêndices inflamados associaram-se a hiporexia, dor à palpação em fossa ilíaca direita, diâmetro superior a 6 mm e escore de Alvarado superior a 6 (p < 0,001). Por outro lado, febre foi mais encontrada em apendicopatias não inflamatórias (p < 0,001). CONCLUSÃO: Hiporexia, dor à palpação na fossa ilíaca direita, diâmetro apendicular superior a 6 mm e escore de Alvarado maior do que 6 indicam apendicopatia inflamatória, já a febre é mais presente nas apendicopatia não inflamatórias.
local.identifier.orcidhttp://lattes.cnpq.br/3640986430203279
local.identifier.orcidhttp://lattes.cnpq.br/2994208795860340
local.identifier.orcidhttp://lattes.cnpq.br/4540675807816003
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
PEDROLUIZ TESE PRA O REPOSITORIO pdfa.pdf
Tamanho:
1.87 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: