Agressividade fiscal e seus efeitos na rentabilidade das empresas dos setores regulados e não regulados listadas na B3
| dc.creator | Fabiana de Oliveira Andrade | |
| dc.creator | Fernanda Alves Cordeiro | |
| dc.creator | Valéria Gama Fully Bressan | |
| dc.date.accessioned | 2025-05-08T16:06:13Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:28:41Z | |
| dc.date.available | 2025-05-08T16:06:13Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.identifier.issn | 2676 - 0061 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/82139 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | USP International Conference in Accounting | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Planejamento tributário | |
| dc.subject | Administração | |
| dc.subject.other | Agressividade fiscal | |
| dc.subject.other | Rentabilidade | |
| dc.subject.other | Setores Regulados | |
| dc.subject.other | Setores não regulados | |
| dc.title | Agressividade fiscal e seus efeitos na rentabilidade das empresas dos setores regulados e não regulados listadas na B3 | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 19 | |
| local.citation.issue | 20 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.description.resumo | As atividades de planejamento tributário classificam-se em níveis distintos de agressividade fiscal o que poderá influenciar o desempenho das empresas de forma diferenciada quando sujeitos à regulamentação econômica governamental. Este estudo buscou avaliar a relação entre a agressividade fiscal e a rentabilidade das empresas brasileiras reguladas e não reguladas das empresas listadas na B3. Para tanto, analisou as empresas não financeiras listadas na B3 durante os anos de 2010 a 2018. A amostra final é constituída por 316 empresas, totalizando 2096 observações, sendo 1496 observações para as empresas do setor não regulado e 634 observações para as empresas dos setores de setores econômicos regulados energia elétrica, petróleo e gás, telecomunicações e transporte e mineração. Considerou-se como as proxies da rentabilidade o ROE e ROA, e da agressividade tributária a BTD e a ETR. Foram utilizadas estatísticas descritivas e o modelo de regressão GMMSistêmico para o tratamento dos dados. Grande parte dos trabalhos sobre essa temática desconsideram o problema de endogeneidade inerente a rentabilidade, uma vez que os estudos anteriores não utilizaram modelagem capaz de tratar a endogenia. Os resultados evidenciaram que maiores níveis de agressividade fiscal medidos pela BTD alteram positivamente o desempenho. E que, uma vez que a maiores valores de BTD estão vinculados a maiores níveis de agressividade fiscal, o ambiente regulamentado determina o decréscimo dos níveis de agressividade fiscal, praticado pelas empresas diminuindo sua performance. Este estudo apresenta como limitação as proxies escolhidas para representar a agressividade fiscal e a regulação econômica. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://congressousp.fipecafi.org/anais/20UspInternational/ArtigosDownload/1946.pdf |