Como se fosse da família: ideologia, subjetividade e afetividade em que horas ela volta?
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Objetivamos analisar o conteúdo constitutivo da subjetividade das trabalhadoras domésticas que reproduzem uma determinada ideologia perpassada pelos elementos da afetividade. Para tanto faremos a análise do filme “Que horas ela volta?" utilizando a técnica de análise fílmica. O uso de filmes na academia é recurso que vem crescendo nos últimos anos, pois, mediante a ficção representada nas películas é possível debater criticamente e refletir sobre temáticas que envolvem o cotidiano. Para isso, discute-se em um primeiro momento a conceituação de ideologia e sua influência na constituição da subjetividade dos trabalhadores. Posteriormente,
faz-se uma análise do ser doméstica no Brasil, apresentando a forma como essa atividade se constitui no país. Como método de pesquisa, adota-se a análise fílmica. A partir disso, conclui-se que a subjetividade das trabalhadoras domésticas é construída a partir da ideologia que permeia a relação de trabalho em que esta encontra-se inserida e que as relações estabelecidas na esfera familiar acabam ganhando cunho afetivo, o que, por vezes, impede o desenvolvimento de relações formais de trabalho e reforçam determinadas posições dos trabalhadores em diferentes estratos de classe.
Abstract
Assunto
Afetividade, Empregados domésticos, Cotidiano, Relação de trabalho
Palavras-chave
Afeto, Análise fílmica, Empregadas domésticas, Ideologia, Subjetividade
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http://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_edicao_subsecao=1302&cod_evento_edicao=83&cod_edicao_trabalho=21943