Como se fosse da família: ideologia, subjetividade e afetividade em que horas ela volta?

dc.creatorBárbara Katherine Faris Biondini
dc.creatorMarcos Moura-paula
dc.creatorAline Fábia Guerra de Moraes
dc.creatorDeise Luiza da Silva Ferraz
dc.date.accessioned2022-06-01T21:49:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:37:43Z
dc.date.available2022-06-01T21:49:25Z
dc.date.issued2016
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42185
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Anual da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAfetividade
dc.subjectEmpregados domésticos
dc.subjectCotidiano
dc.subjectRelação de trabalho
dc.subject.otherAfeto
dc.subject.otherAnálise fílmica
dc.subject.otherEmpregadas domésticas
dc.subject.otherIdeologia
dc.subject.otherSubjetividade
dc.titleComo se fosse da família: ideologia, subjetividade e afetividade em que horas ela volta?
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage16
local.citation.issue40
local.citation.spage1
local.description.resumoObjetivamos analisar o conteúdo constitutivo da subjetividade das trabalhadoras domésticas que reproduzem uma determinada ideologia perpassada pelos elementos da afetividade. Para tanto faremos a análise do filme “Que horas ela volta?" utilizando a técnica de análise fílmica. O uso de filmes na academia é recurso que vem crescendo nos últimos anos, pois, mediante a ficção representada nas películas é possível debater criticamente e refletir sobre temáticas que envolvem o cotidiano. Para isso, discute-se em um primeiro momento a conceituação de ideologia e sua influência na constituição da subjetividade dos trabalhadores. Posteriormente, faz-se uma análise do ser doméstica no Brasil, apresentando a forma como essa atividade se constitui no país. Como método de pesquisa, adota-se a análise fílmica. A partir disso, conclui-se que a subjetividade das trabalhadoras domésticas é construída a partir da ideologia que permeia a relação de trabalho em que esta encontra-se inserida e que as relações estabelecidas na esfera familiar acabam ganhando cunho afetivo, o que, por vezes, impede o desenvolvimento de relações formais de trabalho e reforçam determinadas posições dos trabalhadores em diferentes estratos de classe.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_edicao_subsecao=1302&cod_evento_edicao=83&cod_edicao_trabalho=21943

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