Da senzala ao mercado: o lugar da escravidão no pensamento liberal brasileiro do século XIX

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Vera Alice Cardoso Silva
Newton Bignotto de Souza
Carlos Ranulfo Felix de Melo

Resumo

Esta dissertação pretende fazer uma interpretação do pensamento político liberal do Brasil do século XIX. Em geral associado a uma inadequação de lugar, pretendemos, através de uma apreciação histórica do liberalismo tanto no Brasil quanto na Inglaterra, afirmar que esta ampla tradição de pensamento descreveu uma trajetória que tem um marco inicial de defesa, para uma posterior crítica à escravidão. Para tanto, abordamos, no primeiro capítulo, quatro autores ingleses,Thomas Hobbes, John Locke, Jeremy Bentham e John Stuart Mill. No segundo capítulo, cinco autores brasileiros: José da Silva Lisboa, Frei Caneca, Bernardo Vasconcelos, Joaquim Nabuco e Rui Barbosa. Temos, assim, dois objetivos. Em primeiro lugar, propor uma organização de leitura histórica do pensamento liberal tendo em vista a sua interpelação da escravidão; e, em segundo lugar, umaconsideração acerca dos seus limites para formular um sentido emancipatório e não opressivo de cidadania.

Abstract

Assunto

Escravidão, Liberalismo, Ciência política, Liberdade

Palavras-chave

Escravidão, Liberalismo, Ideias fora do lugar, Liberdade

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