Identificando práticas epistêmicas em uma sequência didática sobre o uso de chás em aulas de química

dc.creatorFabiana Aparecida da Fonseca
dc.date.accessioned2022-02-15T13:26:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:20Z
dc.date.available2022-02-15T13:26:05Z
dc.date.issued2019-11-30
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39401
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEstudo e ensino (Ensino médio)
dc.subjectQuímica - Métodos de ensino
dc.subjectQuímica - Métodos experimentais
dc.subjectQuímica orgânica - Estudo e ensino (Ensino médio)
dc.subjectAprendizagem por atividades
dc.subjectQuímica farmacêutica
dc.subjectPlantas medicinais - Estudo e ensino (Ensino médio)
dc.subject.otherEducação Química
dc.subject.otherEnsino por investigação
dc.subject.otherConhecimentos tradicionais
dc.subject.otherEnsino Médio
dc.titleIdentificando práticas epistêmicas em uma sequência didática sobre o uso de chás em aulas de química
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Fernando César Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3502722438148263
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2424130914648286
local.description.resumoMuitas vezes utilizamos chás para tratamento de algumas doenças, mas negamos esse conhecimento tradicional nas aulas de Química. Nesse contexto, analisamos uma sequência didática baseada no uso de chás para discussão de conceitos de Química Orgânica, como, por exemplo, grupos funcionais, solubilidade, etc. Essa análise foi permeada pela identificação de práticas epistêmicas, visto que essas práticas são indícios de engajamento dos estudantes e contribuem para uma aprendizagem também epistêmica. As atividades produzidas pelos estudantes, individualmente e em grupo, foram analisadas por meio da Análise Textual Discursiva, com categorias estabelecidas a posteriori para conhecer as ideias dos estudantes e a priori para identificação das práticas epistêmicas mobilizadas. Diversas práticas epistêmicas foram mobilizadas, entretanto, o uso de linguagem representacional, que era uma das mais esperadas, não foi identificada nos registros dos estudantes devido à sequência didática ser introdutória ao conteúdo de química orgânica. Apesar da ausência dessa prática, os estudantes associam os grupos funcionais dos metabólitos secundários às diferenças de atividades farmacológicas. Isso não significa que estamos preocupados em listar ou apontar quais práticas surgiram, mas defender que a aproximação da cultura escolar à científica pode ser trazer contribuições para o processo de ensino e aprendizagem em Química.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Educação em Ciências

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